Time de Gene Haas tende a assumir perfil teen na sua sexta temporada na Fórmula 1

Por Américo Teixeira Junior

Romain Grosjean e Kevin Magnussen na coletiva de imprensa para o GP de Portugal, primeira aparição pública após o anúncio de que não ficarão na Haas – Foto FIA Pool/LAT Images (Portimão, Portugal, 22.10.2020)

A Haas F1 Team anunciou nesta quinta-feira, 22, que não serão renovados os contratos do francês Romain Grosjean e do dinamarquês Kevin Magnussen para 2021. Dessa forma, Gene Haas deixa o caminho livre para mudar o perfil de seus pilotos, passando dos experientes para os novatos.

A nova postura, embora não confirmada, é pavimentada por duas situações objetivas. Uma delas é a relação técnica e esportiva com a Ferrari. A outra, necessidades financeiras.

Oriundos de seu programa de formação, o time italiano tem três nomes talhados para subir da Fórmula 2 para a categoria principal. São eles o alemão Mick Schumacher, o inglês Callum Ilott e o russo Robert Shwartzman.

Pesa também – e talvez principalmente – a necessidade de arrecadação. É nesse ponto que entram em cena o piloto russo Nikita Mazepin e seu pai Dmitry, o bilionário bielorusso que fez fortuna como fabricante de produtos químicos industriais e agrícolas.

Além da idade, 21 anos, comum aos quatro está o fato de apresentarem boas performances no campeonato de Fórmula 2. Mas como só um tem sobrenome heptacampeão, é possível dizer, com pequena margem de erro, que só Mick Schumacher é nome certo no grid de 2001.

Independentemente de qual fator ou nome lidere a lista de prioridades, fato é que desse grupo sairão alguns dos comandados de Guenther Steiner em 2021. Porém, não se pode perder de vista a presença de Sergio Pérez no mercado.

Faz tempo que o mexicano fez 21 anos (em janeiro de 2021 completará 31), mas tem talento e dinheiro, visto a longa parceria com o megaempresário Carlos Slim. É, portanto, mais do que uma boa opção.

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