Exemplos recentes fazem supor que a categoria inteira será colocada em quarentena

Por Américo Teixeira Junior

Qual a diferença da Fórmula 1 com o hotel em Tenerife, Ilhas Canárias, no qual cerca de mil pessoas ficaram 14 dias em quarentena por conta de um caso positivo de coronavírus? Em princípio, nenhuma. Há, na comparação, até equivalência no número de pessoas, uma vez que o grupo de deslocamento, em termos normais, gira entre 800 e mil pessoas.

Independentemente de questionamentos de ordem pessoal, como os de Lewis Hamilton e Sebastian Vettel, os elementos já postos pedem providências. O cancelamento da etapa, quarentena para o grupo (se total ou parcialmente, só os especialistas podem dizer) e suspensão temporária do calendário são algumas das mais urgentes. Some-se a isso a não menos urgente necessidade de assistência ao gigantesco grupo internacional que está em Melbourne por conta do Grande Prêmio da Austrália.

Na noite desta quinta 12, no horário australiano, o diretor-executivo da McLaren, Zak Brown, anunciou a não participação do time em razão de um dos funcionários ser apontado positivo para o coronavírus. A Haas registrou quatro pessoas suspeição, mas com resultados negativos.

Foto F1 Media

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