Antes de falecer, vítima do coronavírus, o piloto manifestou o último desejo: ter seus restos mortais depositados no autódromo paulistano

Por Américo Teixeira Junior

César Visconti disputou provas do extinto Campeonato Brasileiro de Marcas e Pilotos com o Fiat Palio da Escola de Pilotagem Interlagos, onde era instrutor- Fotos VINÍCIUS NUNES (Interlagos, SP, 29.07.2005)

Após 17 dias desde seu falecimento, a família do piloto César Visconti recebeu na última quinta-feira, 16, sua urna mortuária. Parentes e amigos, a partir de então, intensificaram as ações para que o último desejo seja atendido: ter as cinzas espalhadas no Autódromo Municipal José Carlos Pace.

A cerimônia ainda não tem data para acontecer, mas ocorrerá tão logo as corridas voltem a ser disputadas em Interlagos. Os últimos detalhes estão sendo providenciados. Segundo determinação do governo do estado, São Paulo permanece em quarentena até o dia 10 de maio.

Aos 43 anos, Visconti perdeu a batalha contra a Covid-19 no dia 30 de março, após seis dias de internação no Hospital São Luiz, em São Caetano do Sul. Piloto, instrutor e empresário, não fazia parte dos chamados “grupos de risco”. Também não possuía doenças pré-existentes.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here