Bernie Ecclestone, presidente da FOM, durante o GP do Brasil de 2009, em Interlagos (Foto Romano Poli/Photo 4)
Bernie Ecclestone, presidente da FOM, durante o GP do Brasil de 2009, em Interlagos (Foto Romano Poli/Photo 4)

Por Americo Teixeira Jr. – Nem Bernie Ecclestone pode admitir um campeonato com 14 carros, nem as equipes do meio do pelotão podem boicotar corridas. Mas apesar de estarem essas premissas absolutamente claras para as partes envolvidas, baseadas que estão em contratos rígidos, o que se viu em Auston foram reações ao que está sendo desenhado para o futuro da Fórmula 1.

O detentor dos direitos comerciais da Fórmula 1 já tem a solução para o problema do grid, que é a inscrição de um terceiro carro por parte de algumas das equipes grandes. Ele é o primeiro a saber que seus contratos com os promotores garantem grid a partir de 15 carros.

Aí está o desespero de equipes como Sauber, Force India e Lotus. Seus dirigentes estão pressionando para que suas organizações recebam uma fatia maior do todo financeiro da categoria, Ecclestone pensa diferente e é muito pragmático nos seus conceitos sobre competência. Não vai colocar dinheiro nas mãos de quem considera responsável pelo estado de penúria.

1 COMENTÁRIO

  1. Não entendi nada desta matéria…
    O que está se desenhando para o futuro? E de onde veio esta situação??
    (por problemas no computador, não assisto nada desde Cingapura…)

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