Trabalhando em duas frentes, equipes tendem a priorizar o novo regulamento na destinação de seus recursos

Por Américo Teixeira Junior

A Haas F1 Team foi a primeira a revelar o carro de 2020, cuja denominação oficial é VF-20 – Foto Haas Media

A partir desta terça-feira, 11, e até o dia 19, quando começam os testes da pré-temporada em Barcelona, serão apresentados todos os carros da Fórmula 1 2020, da qual não se deve esperar nada de muito diferente.

As equipes estão passando por um momento bem agitado. Ao mesmo tempo em que se esforçam para uma apresentação digna no campeonato que começa em 15 de março, na Austrália, estão debruçadas sobre o que já está definido do regulamento para 2021 e as modificações que a nova “carta” impõe.

Salvo as gigantes Mercedes e Ferrari, que podem bancar simultâneas frentes de trabalho, as demais precisam estabelecer prioridades e utilizar seus recursos humanos e financeiros da maneira mais racional possível.

Em sendo o último ano do atual regulamento, que quer ser visto pelas costas por 90% do grid, não é racional imaginar um ganho de performance tão acentuado que faça alguma equipe do “grupo do resto” subir para o hoje ocupado pela trinca Mercedes/Ferrari/Red Bull. Neste, pode até haver diminuição nas distâncias entre as três equipes, mas sem risco de a ordem ser modificada.

Em razão disso, não se deve esperar outra realidade: Mercedes continua favorita – e Lewis Hamilton, consequentemente -, enquanto Ferrari e Red Bull buscarão vitórias.

Antes do W11, que será apresentado no dia 14, a Mercedes fechou parceria com a petroquímica britânica INEOS – Fotos Mercedes Media

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