

Por Américo Teixeira Junior – Para um nome que correu o risco de ser riscado do mapa em 2015, a equipe Manor aparece agora em dose dupla no cenário internacional do automobilismo. De um lado, a Manor Racing na Fórmula 1; de outro, a Manor WEC. Mas tirando o fato de disputarem um esporte sobre quatro rodas e o nome, as semelhanças acabam por aí.
O nome Manor está atrelado à trajetória de John Booth desde 1989, ano em que o inglês fundou a Manor Motorsport para disputar os campeonatos britânicos de monopostos. Não foi diferente na F1, onde estreou em 2010 sob a bandeira da Virgin Racing. Mas ao final de 2015, depois de comandar a operação por seis anos e de a equipe ter sido comprada pelo irlandês Stephen Fitzpatrick, Booth deixou o time, mas com o nome Manor na pasta.

É fato que a equipe já estava registrada como Manor (F1 Team e Racing) na FIA para a temporada de F1, de modo que nasceu a Manor Endurance Racing Limited, a nova empreitada deste ex-piloto inglês. O carro escolhido por John Booth foi o Oreca LM P2 05, impulsionado pelo motor Nissan. Tor Graves, tailandês que correu com a Manor nas categorias de base, é o primeiro nome de piloto a ser anunciado. O time disputará toda a temperada do World Endurance Series e a 24 Horas de Le Mans.
Foto destaque: Manor WEC Media
Isto pq Bernie colocou uma clausula que se mudar de nome, perde grana