Por ser praticamente nula a chance de a prova acontecer em 2020, as autoridades municipais estão impossibilitadas de tomar algumas providências

Por Américo Teixeira Jr. – Fotos Rodrigo Berton/Grande Prêmio

Na hipótese de a corrida acontecer, os protocolos até aqui considerados vetariam muitas atividades tradicionais, como o desfile dos pilotos e a “invasão” de pista por parte do público (Capa/Destaque)

Fosse esse um ano sem interrupção de atividades, a prefeitura de São Paulo já poderia publicar licitações referentes ao Grande Prêmio do Brasil deste ano. Mas em tempos de perplexidade e experimentação, está em compasso de espera. Não que o processo esteja atrasado, pelo contrário, mas reforça ainda mais as dúvidas sobre a prova.

Consultada pelo Diário Motorsport, em nota da Secretaria Municipal de Turismo a Prefeitura de São Paulo informou que, “neste momento, o calendário original da Fórmula 1 em novembro, em São Paulo, está mantido“. Acrescentou que “os cadernos técnicos para licitações necessárias para a realização da prova estão prontos, aguardando a definição dos protocolos sanitários e de segurança serem definidos para eventos do tipo, inclusive, a contratação das arquibancadas“. Atualmente, as atividades no Autódromo Municipal José Carlos Pace são apenas de caráter administrativo. Não há obras na pista.

No calendário original da Fórmula 1, a prova no Autódromo Municipal José Carlos Pace seria no dia 15 de novembro. Já na versão parcial, prevista para ser iniciada em 5 de julho, na Áustria, há somente provas destinadas à Europa.

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