Trata-se de um primeiro contato com a nova administração do município, de olho em antigo sonho de correr sob as bênçãos do Cristo Redentor e seus “braços abertos sobre a Guanabara”

Por Américo Teixeira Junior

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O Parque Olímpico do Rio de Janeiro recebe visita de emissários da Fórmula E nesta segunda-feira, 18. O objetivo do encontro é conhecer de perto as instalações e manter um primeiro contato com a nova administração do município do Rio de Janeiro, após a posse do prefeito Eduardo Paes, no último dia 1.

A aproximação entre as partes foi proporcionada pelo piloto Nelson Angelo Piquet, o primeiro campeão mundial da categoria. Entretanto, o Diário Motorsport pôde saber que o filho do tricampeão mundial não estará presente no Parque Olímpico.

Desde a criação de monopostos impulsionados por eletricidade, a cidade do Rio de Janeiro é citada como possível palco. Entretanto, a crise no município – e do Estado – nunca permitiu que se avançasse para além das boas intenções. Tratativas de Lucas di Grassi em São Paulo também não puderam ser concretizadas.

O atual momento coincide com duas iniciativas que, por enquanto, caminham paralelamente tendo como ponto central o conjunto olímpico edificado sob as ruínas do Autódromo Internacional Nelson Piquet.

O novo presidente da CBA, Giovanni Guerra, comanda um projeto para que sejam utilizadas as instalações para competições automobilísticas. Estudos foram iniciados antes mesmo das eleições e, a partir de agora, terá progressão.

A outra matéria a respeito é do ex-piloto e promotor Julio Caio de Azevedo Marques, que entre outras coisas foi o responsável pelas etapas brasileiras no Mundial de Motovelocidade na cidade de Goiânia. O Diário Motorsport pôde saber que já foram iniciadas tratativas com a alta cúpula da administração municipal, na esfera secretarial, com reuniões e apresentação de projetos.

É sabido que o novo alcaide quer fazer renascer a tradição da cidade em receber grandes eventos, mas nada poderá ser feito sem o envolvimento da iniciativa privada, pois os cofres municipais estão em estágio calamitoso. Fosse uma empresa, já estaria com portas fechadas a Rio de Janeiro SA.

Quaisquer que sejam as demandas envolvendo o Parque Olímpico, porém, terá de resolver um nós atado por uma espécie de Frankenstein administrativo. Passada a euforia dos jogos olímpicos, a área foi dividida. Uma parte é administrada pelo Governo Federal e outra pelo município. Há, ainda, a menos parcela sob os auspícios da iniciativa privada.

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