Em depoimento exclusivo para o Diário Motorsport, colhido sábado, 26, pelo jornalista Luciano Monteiro, o promotor e piloto Antonio Hermann confirmou que não haverá a edição 2009 da prova Mil Milhas Brasil. A mais tradicional prova de longa duração do Brasil, de tantas histórias notáveis, sucumbiu, pelo menos neste ano, pelo popularmente conhecido “calote”. O motivo é uma dívidas do Centauro Motor Clube, que virou caso de justiça, como explicou Hermann. Adquirimos os direitos de marca Mil Milhas por 15 anos e isso continua vigindo. Havia um ação do Hospital Sírio-Libanês, interposta há muitos anos contra o Centauro. O clube tem mais de 40 ações nesse sentido. O Sírio conseguiu um entendimento do juiz de que podia penhorar a marca“.

Antonio Hermann, embora promotor atualmente, nunca deixou de ser piloto e seu currículo consta, entre outras, participações na 24 Horas de Le Mans (Foto Miguel Costa Jr.)
Antonio Hermann, embora promotor atualmente, nunca deixou de ser piloto e seu currículo consta, entre outras, participações na 24 Horas de Le Mans (Foto Miguel Costa Jr.)

De acordo com o promotor e piloto de GT3, que a partir da aquisição dos direitos realizou as provas de 2006, 2007 e 2008, todo esforço para a corrida deste ano poderia se transformar em nada, pois esbarrar nesta questão judicial seria um risco real. “Digamos que eu estou lá fazendo a prova, chega o advogado do hospital e diz que penhorou as receitas. Que segurança eu tenho para fazer?“, perguntou. Como providências para resolver a situação, Hermann afirma que está recorrendo. “Estamos interpondo os recursos cabíveis, achamos que vamos ganhar. Não tenho nada a ver com as dívidas do Centauro“, completou.

Ele aproveitou o depoimento, colhido nos boxes do autódromo de Jacarepaguá, no Rio, para desabafar a respeito da prova de 2008. “Ano passado a gente fez A Mil Milhas com critérios locais. Todo mundo fala que é importante, mas não houve prestígio nenhum, pouquíssimos carros, pilotos e pessoas que se diziam tão entusiasmadas não compareceram“, reclamou. De todo modo, classifica o recuo deste ano como sendo “um passo para trás para dar dois à frente“.

Olhando para o futuro, Antonio Hermann volta a falar em uma prova em moldes internacionais, como as duas primeiras sob seu comando. “Mil Milhas de 2010 deverá ser a grande festa, dentro de um regulamento coerente como foi nos anos em que tomamos conta. Vamos continuar o trabalho de resgatar, com seriedade“, apontou o caminho que pretende seguir.

Mas apesar dos planos revelados, não esconde mágoas e surpreende ao se manifestar sem a forma costumeiramente cordial e tranquila. “Na medida do possível, vamos expurgar essa gente que só faz mal para o automobilismo, como Centauro, como jornalistas que tentam derrotar o que estou tentando construir, dirigentes que só buscam o benefício de seu bolso“, desabafou, mas sem revelar nomes. No seu entender, “as pessoas não reconhecem o trabalho, não procuram prestigiar, não participam. Depois, o pessoal reclama quando os promotores resolvem não promover mais corridas“.

Compartilhar

26 COMENTÁRIOS

  1. Oi, pessoal

    Geralmente eu só leio as postagens e comentários aqui, mas estou com uma dúvida e gostaria de saber se algum de vocês pode me dar umas dicas. Eu vou tirar 30 dias de férias agora no próximo verão, e estava pensando em ir para Serra de Baturité. Alguém aqui já foi pra lá? Gostaram? Vale a pena passar 30 dias lá? Quais atrações turísticas vocês recomendam? Se alguém puder ajudar, escreve aí.. Valeu mesmo, pessoal! Abraço!

  2. Concordo Com O Anonimo Acima, Eu tenho muita vontade de ser um Piloto Profissional, Sonho de correr na WEC, F1,F-Indy,Nascar, Hoje em dia Criança que tem sonho de Ser Piloto, Mas não tem condições igual a mim, então o Máximo é pilotar um Simulador. Só tenho 16 anos.

  3. Nos tempos áureos, o automobilismo nacional era considerado um esporte do povo, hoje percebemos que se tornou um esporte da elite voltado exclusivamente aos indivíduos com poder aquisitivo suficiente para adquirir produtos das famosas marcas internacionais.

  4. O que tenho a dizer sobre tudo isso é que infelizmente o automobilismo é um esporte caro, o que o nosso amigo disse sobre negócio é uma verdade (negócio sem retorno = quebra) e todos sabem disso. Hermmann assumiu uma grande locomotiva sem freios indo para o abismo e de certa forma diminuiu a força do impacto no fundo do poço. Ao assumir a nova organização levou os carros para o Parque do Ibirapuera e confesso a todos, ver carros de “corrida” de verdade expostos no parque do Ibirapuera e o público aglomerado nas grades para ver as máquinas de corrida bem de pertinho não tem preço. Depois na edição Le Mans o banho de tecnologia dos Peugeot’s 908 a diesel contornando o “S” do Senna como se fosse uma simples reta foi, pelo menos para mim, muita emoção. Dizer que estão Elitizando o automobilismo é questionável, o automobilismo é Elitizado, como já citei no começo desse post, todos aqui sabem que não é barato participar em qualquer categoria. Endurance ou Kart tem seus valores, proporcionalmente, elevados. Torço para que as MIL MILHAS volte com força total em 2010, em ano que teremos F-Indy e F-1, fechar com uma bela edição das MIL MILHAS acredito ser o sonho de todos nós amantes do automobilismo. Sempre coloquei o meu site a disposição para defender o Automobilismo e estou aqui de novo deixando isso claro. Vamos brigar, vamos correr e vamos TRABALHAR para que tudo isso termine bem. Parabéns ao Luciano pela Entrevista, meu amigo Américo pelo espaço dado e ao Hermmann pela coragem de assumir uma locomotiva sem freios rumo ao fundo do poço, segurar, fazer o retorno e recolocá-la nos trilhos rumo ao seu destino certo: O SUCESSO !. Provas de endurance é assim, quando se pensa que perdeu, tudo da certo no final e a vitória chega. Um grande abraço.

  5. Imaginem, se nas mil milhas tem estas aves de rapinas, no kart do interior de Minas nem se fala é só ver o valor exorbitante das inscrições e a qualidades dos kartodromos e o retorno que uma prima dona da fedração dá para o esporte regional são mesmo umas vacas de presépio este pessoal da fedração mineira de automobilismo

  6. Sim, a 500 milhas de Interlagos, também está com novos organizadores que estão apostando tudo nessa corrida…Com nova organização e tendo a Centauro apenas como fundadora da corrida e não mais como a arganizadora…. espero que dê muitos motivos pra falar bem e ensentivbar novos pilotos a voltar a participar…
    abs
    Rodrigo Calloni

  7. Como tudo nesse país é dificil, parabéns ao Sr. Americo pela divulgação e vamos sempre torcer para o automobilismo , ser algo de destaque e muito presente aqui. Afinal, era, é, uma prova tradicional.

    Torcer para as 500milhas de Interlagos (http://www.500milhasbrasil.com.br) e os 1000km de interlagos (se nao estou trocando bolas, rss)e continuar cobrindo as etapas que já estão ai, e que também tiveram, em algum momento, votos contra.

    Quanto ao Ruiz, acho legal sim divulgar o que houve, assim, sabemos com quem estamos negociando e a verdade vem a tona.
    Reporters, jornalistas, tem que passar a informação acima de qualquer coisa.

    Abs

    Eduardo Andreassi

  8. É…..Apareceu o “passivo” do centauro. Não me surpreende nem um pouco. Quem conheceu sabe do que estou falando. Quanto as Mil Milhas, tenho plena convicção que deve ser adequado a nossa realidade (BRASIL), tornando a prova acessível aos INÚMEROS carros de turismo que se encontram abandonados pelo país. Porque não uma prova nos moldes da ADAC 24h de Nurburgring, admitindo apenas categoria turismo, limitando talvez até os GT3, excluindo protótipos e barbaridades como DTM, GT1, etc….Nada contra os protótipos, mas fica perigoso demais essa mistura turismo x protótipos. Inscrições acessíveis, largada noturna, carros que o público vê (e dirige) nas ruas…..Isso sim é a cara das Mil Milhas Brasileiras.
    Essa fórmula na Alemanha vem ao longo dos anos atraíndo montadoras que fazem lançamentos de carros durante a prova (VW Scirocco em 2008 por ex.). Fica aí a sugestão.
    ABRAÇO A TODOS!!

  9. É a mais real prova do descaso com o automobilismo nacional, que se resume em Stock e Truck. Isso enquanto grandes emissoras televisivas apoiarem, pois no momento em que elas pularem fora, sucumbe…

    O automobilismo de alto nível é negócio, não esporte, e negócio sem lucro quebra.

  10. Hortêncio Town, September 29th, 2009

    DIÁRIO MOTORSPORT
    São Paulo – SP

    Attn.: Americo Teixeira Junior – Chairman and Publisher

    Dear Sir,

    Greetings! Venho, por meio desta, tentar esclarecer junto ao promotor/piloto Antônio Hermann, uma dúvida que assaltou-me desde a leitura de sua entrevista concedida à este prestigioso website. Antes, contudo, impõem-se três cumprimentos do tipo “congratulations”. O primeiro, naturalmente, ao piloto/empresário Antônio Hermann – seja por conceder a entrevista, seja pelos fatos expostos. Alvo de minha reverência desde sua atuação na prova ‘1000 Km de Nurburgring 1993’, Hermann, caso residisse nos EUA – país cuja cultura realmente premia e remunera profissionais competentes –, já seria tema de livro que, com certeza, seria ‘best seller’ entre os aficionados por automobilismo.
    Meu segundo aceno vai para o repórter Luciano Monteiro, autor da entrevista. E, óbvio, meu terceiro cumprimento destina-se ao proprietário deste ‘website’, Américo Teixeira Junior, a quem tenho a felicidade – e honra – de incluir na minha seleta lista de Amigos.
    Mas, minha dúvida. In verbis, Mr. Hermmann ressalta “Na medida do possível, vamos expurgar essa gente que só faz mal para o automobilismo, como Centauro, como jornalistas que tentam derrotar o que estou tentando construir, dirigentes que só buscam o benefício de seu bolso”. Talvez seja pedir muito mas, sinceramente, apreciaria – aplaudiria! – que o promotor/piloto viesse a público para dizer, afinal, quais jornalistas lhe prejudicaram ou, novamente, in verbis, “tentam derrotar o que está tentando construir”. Uma vez tais nomes expostos, seus editores optariam em demissões e, ato contínuo, as empresas de comunicação certamente aceitariam em suas fileiras profissionais como o autor desta: um cidadão que ainda sonha – posto que isto é permitido – em angariar colocação digna de seus conhecimentos sobre automobilismo junto à alguma corporação jornalística. Modéstia à parte, em 2009 completo exatos vinte anos de paciência e perseverança diante de adversidades que certamente enfrento por não ter feito jus ao chamado “angel money”, como uns e outros do automobilismo.
    Por último mas, não menos importante, novamente ressalvo o quão seria interessante ver respondida minha dúvida. E, claro, meu antecipado agradecimento pela publicação da presente epístola que, tenho certeza, o jornalista Américo me concederá.
    With kind regards,

    Paulo “McCoy” Lava
    Jornalista & pesquisador de Automobilismo.

  11. Bom dia a todos.

    Com certeza não tenho ainda o mesmo conhecimento de todos, mas fazem 6 anos que não perco a Mil Milhas Brasil.

    A primeira vez que fui tinha carro largando do mergulho, da ultima, quase não chegou na entrada dos boxes. Choveu pra caramba, caiu um pé d´agua, mas mesmo assim estava lá junto com alguns apaixonados não só pela Mil Milhas mas pelo automobilismo em geral.

    O grande problema é que por exemplo não tenho como mais convidar o meu pai, e isso por causa da organização do evento. Não tem papel nos banheiros, lá pelas tantas não tem mais ninguém vendendo nem se quer uma água, agora imagina o que é ficar lá por 10 horas (em média) nessas condições.

    O que precisa ser pensado pelos organizadores do evento é que as pessoas que deixam as suas famílias num fim de semana praticamento inteiro para ir assistir uma corrida dessas merece pelo menos um pouco de respeito e consideração.

    Pela importância que é a Mil Milhas Brasil será que o site: http://www.milmilhasbrasil.com.br/ não deveria estar um pouco melhor? Com um pouco de informação? Com pelo menos essa noticia de que não teremos o evento esse ano?

    No ano passado cheguei ao ponto de falar com o atendimento ao público do evento dentro do autódromo, dei as minhas sugestões, me coloquei até mesmo a disposição para ajudar no que fosse necessário.

    Então falta de interesse das pessoas que gostam do evento acho que não é bem assim.

  12. Uma pena que a MIl Milhas esteja assim, mas no Brasil é assim mesmo. Os poucos que tentam fazer alguma coisa, mesmo sujeitos a errar, só recebem críticas em troca da multidão de experts que nunca saíram da frente do computador, mas acham-se sábios o suficiente para dizer qual a receita do sucesso.
    Temos um ínfimo setor de nossa imprensa (se pode ser chamado de tal) que só sabe criticar, jogar contra, torcer sempre pelo insucesso de qualquer coisa. É chato para um promotor conviver com isso, principalmente porque esses experts não fazem idéia do que seja organizar e promover uma categoria ou um grande evento.
    No final das contas, os poucos que tentam fazer alguma coisa, mesmo errando, muitas vezes por se cercarem de incompetentes, acabam desistindo e atirando a toalha.

  13. É mesmo uma pena! Américo, como voce sabe, somos apaixonados por automoblismo ou na verdade com o esporte a motor em geral.
    Ficamos todos no aguardo de novas mudanças e como disse o Hermann que sejam para melhor. Abraços e nos vemos por ai!

  14. Acontece q o Sr. Hermann seguindo seus interesses, acabou p tirar o pouco romantismo que ainda restava na prova. Ingressos caros, dificuldade p estar próximo das !”estrelas” da prova, distência excessiva do público enfim, as mil milhas com seu espirito de antes simplesmente acabou!
    Como ex-piloto jurei que nunca mais piso em interlagos p assistir qualquer mil milhas. Pena

  15. Mas cadê o brasileiro de endurance?
    O último movimentado mesmo, foi aquele do TT do Negrão contra o MCR dos Giafonne. Quando trouxeram os carros do FIA GT, foi bacana ver Aston Martin, Corvette, Ferrari, etc, mas sem colocar os protótipos nacionais, que dão corpo a competição, fica complicado.

    Lá na América do Norte o America LeMans Series já vai incorporar o GT3 ano que vem, pra aumentar a quantidade de carros no grid. Aqui o Hermann poderia tentar fazer algo parecido, mas não sei se essas máquinas do GT3 aquentam 4h/6h/10h de prova.

    Talvez nosso evento comporte carros de qualidade máxima igual a das 24h de Nurburgring. Não sei como ajudar a resolver a equação, que é complicada, mas acredito que ele será capaz de resolver.

    Agora alguém sabe pq os Viper não tem ido mais as provas do GT3? Pelo que eu sempre li esse era o carro mais barato e por isso foi o 1o a fechar o limite de 6 por modelo.

  16. A Mil Milhas Brasil Le Mans Series foi uma prova espetacular. Porém não eram as Mil Milhas Brasileiras, a nossa prova, com largada a meia noite, aquele hino com audio péssimo nos levava as lágrimas. E todos estavam lá – os verdadeiros amantes do automobilismo nacional. Porsche dividia curva com Gol, que brigava com Fusca enquanto era ultrapassado por uma Ferrari! Puro charme. Puro perigo.

    Nada contra a elitização da corrida, mas não as Mil Milhas Brasileiras. Que venha em 2010 com largada a meia noite, na semana do aniversário de São Paulo e com aquele tráfego super perigoso, com o ballet dos faróis e o cheiro de avigás ao amanhecer do nosso paulistano Autódromo de Interlagos.

    Rodrigo Vieira – Autodynamics.com.br

  17. Querem ressucitar, então que siga a receita das 24 horas de Nurburgring na qual Hermann ganhou em 1994. prova aberta para veiculos desde 1300 cilindradas, até os foguetes Porsche e Ferrari, e ainda existe categoria para modelos prototipos como o Lexus LF-1 que nunca foi lançado como carro de rua e ja competiu em 2 ediçoes da prova.

    Que venham os velhos Aldee, Opalas, os atuais e modernos CTM, DTM pickp, Corsa Uno, Marea, Gol, Voyage, Escort, Porsche, BMW. Na minha opnião o que vale é a festa!!!!

  18. Pois é, mais um evento importante que estava afundando e agora naufragou de vez. Infelizmente falta incentivo e apoio no Automobilismo e no Esporte a motor no geral…

    Quanto aos comentários dobre a Centauro, só posso dizer que o pouco que conheci daquele povo, foi a péssima organização das 500 milhas de moto em que eu e mais um amigo fizemos um acordo com eles para cobrir o evento e no final além de tomarmos um belo cano, ainda fui ameaçado por telefone por ter publicado no meu site o que aconteceu de verdade na prova: http://www.velocidadeonline.com.br/2009/01/18/12%C2%AA-edicao-500-milhas-moto-interlagos-18112008/

  19. Pelo meu ponto de vista, o fracasso começou quando eletizaram a competição, trazendo veículos importados, negando aos protótipos brasileiros o que voltaram atrás posteriormente, mas já era tarde. Estas provas de endurance tem que ser aberta a todos com um tempo de classificação conforme a sua categoria. Alguém sabe informar quanto é a inscrissão por piloto?

  20. Sábias palavras do Antonio Hermann, ai está um cara que faz muito e aparece pouco, gosto de gente assim, de competência e seriedade e não de estrelismo em busca do ganho pessoal e somente, tem muita gente no automobilismo que só tem interesse em mamar na “teta seca” de nosso esporte. Hermann com absoluta certeza não é um destes.

    Forte abraço.

    Claudio Hreczuck
    Revista Talento & Motor

  21. Fica aqui registrada a opinião do Retrovisor Online. É uma grande tristeza para o automobilismo nacional que essa prova maravilhosa fique fora do calendário. Cercada de tradição, vive a agonizante tragetória de ter sido mau administrada no passado. A entrada do piloto/empresário Hermann e a tentativa de fazê-la crescer internacionalmente, só pode ser aplaudida pelos entusiastas do esporte. Infelizmente num país tão instável como o Brasil, onde o automobilismo é compreendido pelas massas e maioria da imprensa como sinônimo de F1 e brasileiro na ponta, não se tem muito a fazer. Esperamos que em 2010 ela possa voltar com muito brilho, louvor e glórias.

    Parabéns, Américo, pela publicação. Repliquei no meu site.

    abraços

    Silvia Linhares

  22. Hermann falou tudo. As provas não são pestigiadas nem mesmo pelos pilotos, que “exigem” a sequência das corridas.

    Não é problema meu. Mas eu, no lugar dele, largaria mão de vez. Hermann, no caso da Mil Milhas, e vários outros promotores, em outras competições, pagam caro para manter tradições que nada mais são que isso mesmo, tradições.

  23. é de partir o coração pois como ex-piloto e organizador, fico triste, com isto, já sai aqui do ceara para assitir corrida ai, e tinha plano de levar 02 CTM e 01 marcas pra correr neste prova . que volte logo.

Muito obrigado por participar. Forte abraço, Americo Teixeira Jr.