Por Americo Teixeira Jr., de Interlagos – Esse processo já havia começado em 2011, mas agora é definitivo e com total abrangência. A Confederação Brasileira de Automobilismo já não tem qualquer função executiva no GP do Brasil. Isso porque todos os postos de trabalho são da responsabilidade do promotor. Segundo Tamas Rohonyi, o motivo é a falta de estrutura técnica da entidade. “Isso é de comum acordo com Cleyton Pinteiro“, acrescentou.

Foto de capa: Beto Issa/GP do Brasil

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