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Falecimento prematuro deixou para trás uma carreira-símbolo no automobilismo brasileiro

Por Americo Teixeira Jr.

Aquela manhã de férias, em Miami, onde a família Greco estava reunida para comemorar o Natal de 1992, foi abruptamente sacudida por uma notícia que abalou não somente familiares e amigos, mas todo o automobilismo brasileiro. Jovem ainda, com 57 anos recém-completados, o falecimento do Luiz Antonio Greco deixou o vazio, mas também uma carreira das mais importantes no esporte a motor no Brasil.

Numa época sem fórmulas prontas e conceitos pré-determinados, Greco foi um dos baluartes na criação de uma cultura nacional, a das corridas de automóveis. Por onde passou deixou sua marca. Não importava se estivesse atuando como piloto, dono de equipe, diretor de competições, formador de talentos, desenvolvendo tecnologia, organizando competições ou preparando carros de corrida. Em qualquer setor, a sua força de trabalho e forte personalidade imperavam.

Há vinte anos deixou de estar presente na Greco Competições, mas tudo o que construiu continua a pleno vapor sob a tutela dos filhos dedicados e, por que não dizer, a mesma voz de trovão que o caracterizou continua a ecoar, conselheira e amiga, na mente de todos os que tiveram o privilégio de conviver com ele.

Fotos Arquivo Adriana Greco

 

 

1 COMENTÁRIO

  1. Parabenizo por esta homenagem ao grande talento em gestão de equipe Luis Carlos Greco.

    Peço me retornar e informar o seu e-mail, pois necessito falar contigo.

    abços

    Rui Teixeira

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