Se você é apaixonado por automobilismo e devorador de publicações especializadas, seguramente é leitor assíduo de Marcus Cícero Zamponi, jornalista de tal forma diferenciado que sua trajetória foi e continua sendo referência para muitos dos atuais e, certamente, para futuros profissionais do setor. Ele dispensa sobrenome editorial. É o Zampa, e ponto final.
Essa condição superlativa foi construída ao longo dos anos, sempre de forma apaixonada. Quem tem o privilégio da convivência, já presenciou cenas de todos os tipos. Da ira quase incontrolável (só não jogou um computador pela janela porque o pessoal da redação foi mais rápido e segurou a fera) às lágrimas de emoção diante de um simples gesto de carinho. Do humor afiado às inacreditáveis demonstrações de generosidade. Do texto irretocável aos rabiscos indecifráveis que nem ele mesmo entende, às vezes.
Zampa chegou ao jornalismo de automobilismo com uma bagagem de “piroco”, termo cunhado por ele próprio. Designa aquele cara tarado por automobilismo. Aventurou-se pela vida e foi buscar subsídios no “olho do furacão”. E foi justamente na equipe March de Fórmula 1, cujo dono, entre outros, era um “tal” de Max Mosley, onde Zampa foi trabalhar nos anos 70.
Seguiram-se a passagem histórica na Auto Esporte, assessoria de imprensa dos mais importantes pilotos e eventos do Brasil, coberturas internacionais, gerenciamento de carreiras, representação de categoria, repórter especial da Motorsport Brasil e eterno colunista da revista Racing. Desde a sua criação, por Sérgio Quintanilha, a Racing já passou pelas mais radicais mudanças. Até o próprio Quintanilha não está mais na empresa, mas nunca a coluna do Zampa deixou de ser publicada.
Tivesse conduzido sua carreira de jornalista de automobilismo em terras européias, Marcus Zamponi teria, seguramente, fama mundial. Não porque se atirou ao chão para, agarrado aos pés de Isabel Reis, fazer com que a big boss da Motorpress ouvisse uma idéia sua. Nem porque tropeçou numa carenagem, destruindo-a, correndo para dar uma paulada em José Pedro Chateaubriend, que o ofendera. Muito menos por ter pensado que Clay Regazzoni fosse viado, e vice-versa, tudo por causa de um gato que roçava as pernas de ambos durante um almoço na Inglaterra. Nada disso. Teria fama mundial pelo gênio que é.
Essa genialidade, felizmente, está viva, límpida, em uma cabeça brilhante. A produção jornalística é incansável e o seu livro, maravilha das maravilhas, está pronto, só esperando um patrocinador para torná-lo de alcance público. Enquanto isso não acontece, seus trabalhos estão por aí, em jornais, revistas, sites, rádio e TV (Matéria publicada originalmente na Revista da FASP nº 2).
Foto Vinícius Nunes
Olá, Marquinho!
Meu nome é Ana Cristina, nos conhecemos na Ilha Do Governador nos anos 60, no edifício Sobre as Ondas, no Cocotá, onde passávamos férias. Sou filha do Fernando (casa dos cereais) e Odette, amiga da Silvia, Itacira, Angela (filha da Nice e do KID, irmã do Wagner). Lembramos de vc em um bate-papo recente…vc aterrorizava a Ilha no seu mustang e sua lancha … saudade da Zelma, Zampone e todos! Vc saia de Copacabana para o Grajaú e gritava pedindo arroz escurinho para minha mãe.
Mande notícias, meu celular é 21-9887-7070.
Abraços
Ana Cristina
Zampa,,,td bem co vcs?
quando vc fez uma materia com o titulo e o fim das competicoes,,quem preparou aquele carro verde?? que foi coberto de talco e teias de aranhas?? vc s elembra o nome dele?
eu deixei o brazil em 1986 e moro na Inglaterra,,porem perdi totalmente o contato com os amigos e mesmo o Brazil…eu sempre tive moto desde menino e adorabva a revista auto esporte e duas rodas,,,(rodolpho siqueira) sim?? o rapaz de barba naquela materia do carro verde ,,ele trabalhava nas duas rodas e tenho certeza que foi ele que conheci numa viagem de moto ao Rio pelo litoral Sao Paulo- Rio.
Ja nao me recordo o nome dele,,,mesmo amantendo contato apos essa viagem,,se vc se lembrar ,,me envie um email
Emanuel
Londres
Zampa,
Nos conhecemos em Londres em 1975. Eu era amigo do Marcos Moraes piloto de F3 e fui em aventura a Inglaterra com um amigo e acabei morando por lá uns anos. Lembra do Hungry Years? hehehe. Mando um link onde tem uma foto do restaurante.
http://www.flickr.com/photos/khiltscher/4003859421/in/set-72157622568172224
Abraço e bom saber de ti depois de tantos anos…
Grande ZAMPA! ou melhor agora pequeno Zampa pelo que vejo na foto. Lembro das toquiadas que você dava no Eurico na Autoesporte, lembra? Grandes dias e muitas saudades daquela época, galera boa…Caio Moraes, Fernando Calmon, Monica Colobone, Julio Carone, Bob Sharp, Otávio Sarmento, Rodolpho Siqueira e turma toda. Abs
Zampa, o “gordinho” que morou em Londres, na decada de 70? Estou te procurando faz tempo. Entre em contato comigo 19 32362100 ramal 1227, preferencialmente na parte da tarde. Bjs.
Ola Zampa como vai voce? Um grande abraço.telefone para contato 61-33387039 / 61 91959581 .Gostaria de encontrar k.Massangu, grande amigo tambem.continuo fotografando,atualmente no STJ.
Prazer saber deles todos, Agota, sintam a barra. O Capetinha era um anão muito querido que pilotava um Fusca com rara habilidade. Doido era ele, fazia barbaridades e o carro guentava.O Kaniamena Massangu era um negro angolado fotografo de Autoesporte, O que tinha de talentoso tinha de teimoso. Um dia vijamos no meu Passat para Porto Algre, o Lito Cavalcanti foi junto para cobrirmos uma Super Vê em Tarumã. O Massangu acabou preso porque engrossou com um guarda municipal. Logo lá em POA onde os caras quase não são racistas. O Dr Jorge foi meu companheiro de SPA, onde comíamos 50 calorias dia somadas TODAS AS REFEIÇÕES. Belo dia, putos e enfraquecidos nos ravoltamos fugimos por um alpendre e nos enfiamos no mato onde comemoas um frango de padaria. Dos Deuses. SSó que nosso organismo tiha se sesabituado que tivemos uma caganeira devatadors
Saudades deles todos, menos da caganeira
Grande Zampa, o conheci em Sorocaba num SPA, contrabandeamos um frango, pode?
gente finissima.
abços
Cabral para que ele lembre , é o dentista que dividiu o quarto com vc
Será o Zampa da Auto Eporte? O gordo?
Jacinto Fortunato
Menino Zampa. Era assim desse jeito q ele chamava a si mesmo e a nós q erámos seus amigos na Ilha do Governador: Menino Nestinho; Menino Aluizinho ( pai do jogador Roger); Menino Capetinha (esse q escreve, cuja mãe, uma vez, correu atras do Zampa com uma vassoura por ter me dado esse apelido ). Um cara genial ou doido. Até hoje tenho essa dúvida mas acho q ele é as duas coisas, ou seja, um doido genial.
Luiz Fernando Rabello ( Capetinha )