Por Americo Teixeira Jr. – É de tal maneira sem propósito a história de “greve na Fórmula 1 por salários atrasados” que até merece algumas linhas. Nos dias atuais, tal cenário é IMPOSSÍVEL simplesmente porque os pilotos não são meros empregados, mas fundamentalmente sócios em um meganegócio, cuja parte mais visível é um carro de corrida nas pistas.
Não resta dúvida que, na essência, emprego de piloto de Fórmula 1 é como o seu e o meu. Quando se perde um emprego, vai-se ao encontro de outro. Mas, diferentemente dos empregos normais, para um piloto há muito mais em jogo do que um mero salário e, para o jogo ser jogado, ele precisa necessariamente estar nas pista. Greve? Essa palavra NÃO existe no dicionário da Fórmula 1.