O campeão Lewis Hamilton e o vice Noco Rosberg (Goto Mercedes GP Media)
O campeão Lewis Hamilton e o vice Nico Rosberg (Foto Mercedes GP Media)

Por Americo Teixeira Jr. – O Mundial de 2014 correu sério risco de ser um desastre. Em certa medida talvez até tenha sido, se o foco estiver sobre Marussia e Catherham, além dos momentos de Lotus, Force India e Sauber. Há também o acidente de Jules Bianchi, que desarma qualquer sorriso no imediato instante de sua lembrança. E o que dizer do capengante ano final da parceria McLaren Mercedes, da Ferrari se decompondo em cacos e do perigo – que acabou não se consumando – da pontuação dobrada em Abu Dhabi?

Mas o Mundial foi salvo porque os dirigentes da Mercedes, em que pese um ou outro rompante em contrário, tiveram o bom senso de deixar acontecer a disputa direta entre seus dois pilotos. A direção de Toto Wolff pareceu equilibrada e uma personalidade com a estatura moral de Niki Lauda nunca permitiria a reedição, em seus domínios, do vexame ferrarista de tempos passados.

Assim, Lewis Hamilton e Nico Rosberg puderam brigar na pista em igualdade de condições (pelo menos foi isso que pareceu) e sem grandes exageros na guerra de pressão fora dela. Venceu o inglês porque foi melhor do que o alemão, que deu mostras evidentes de educação desportiva. Todos os demais foram coadjuvantes nessa disputa particular da Mercedes. Menos mau. Houve tempos em que o segundo piloto do time predominante também fazia parte desse outro grupo.

 

Niki Lauda e Toto Wolff são alguns dos principais responsáveis pelas conquistas da Mercedes (Foto Daimler Media)
Niki Lauda e Toto Wolff são alguns dos principais responsáveis pelas conquistas da Mercedes (Foto Daimler Media)

 

 

 

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