Ayrton Senna e o McLaren MP4/4 Honda (Foto Miguel Costa Jr.)
Ayrton Senna e o McLaren MP4/4 Honda (Foto Miguel Costa Jr.)

Por Americo Teixeira Jr. – O jornalista e historiador Paulo McCoy Lava defende a volta das marcas de cigarro como patrocinadoras no automobilismo brasileiro. Com o tema “Propaganda de Cigarro no Automobilismo”, ele defendeu a tese em sua página no Facebook e considera “absurda” a lei que normatiza o setor. Cita, inclusive, uma frase atribuída a Ayrton Senna: “A marca MARLBORO está na lateral de meu carro de corrida. Mas não obrigo ninguém a fumar”. E o leitor do Diário Motorsport, o que acha?

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2 COMENTÁRIOS

  1. Lembro que quando ainda era moleque, e as propagandas de tv das tabagistas eram as melhores. Hollywood sempre fez propagandas lindas.
    Anunciavam que lançariam o comercial tal no intervalo do fantástico ou da novela das 20:00 h.
    Mesmo adorando estas propagandas, nunca tive a curiosidade de experimentar qualquer tipo de cigarro.
    O que acho hipócrita é proibir se fazer propaganda, e não se proibir o consumo e ou comercialização, e pior, taxar exorbitantemente os produtos.
    Não defendo as tabagistas, somente acho contraditório proibir-se propagandas, mas ao mesmo tempo se aproveitar dos bilhões em impostos que elas pagam.

    Por isso, sim, sou favorável as propagandas.
    E que o governo trate de dar educação a todos, para que cada um possa entender e escolher os caminhos a seguir.

  2. O que há de errado com publicidade tabagista? Concordo com a frase atribuída ao Ayrton, pois a divulgação de uma marca nada tem a ver com obrigar o consumo ou induzir de maneira geral. Realmente eu não vou fumar por causa disso, mas com certeza aprovaria ver carros na pista com apoios de empresas tabagistas. Seriam apenas empresas investidoras.

    Fora que tantos pilotos deixam precocemente suas carreiras ou as põem de lado pela falta de patrocínios, chances a mais são sempre bem vindas.

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