Enquanto a chuva mantém os carros nas garagens, os telões de Indianapolis mostram edições antigas da corrida (Foto Americo Teiceira Jr.)
Enquanto a chuva mantém os carros nas garagens, os telões de Indianapolis mostram edições antigas da corrida (Foto Americo Teixeira Jr.)

Por Americo Teixeira Jr., de Indianapolis. – Nem todos os pilotos que andaram pouco nos três primeiros dias de treinos para a Indy 500, entre domingo 11 e terça 14, assim o fizeram em razão de algum problema. Pelo menos os pilotos que participam de todo o campeonato tiveram de equilibrar a necessidade de acertar o carro com a obtenção do limite regulamentar de 2.500 milhas para troca de motor. O objetivo geral é poder enfrentar as etapas de qualificação, no sábado e domingo, como o propulsor novo.

Essa dinâmica da semana fez com que muita gente procurasse completar a milhagem até ontem, pois era sabido que essa quarta-feira, como de fato está ocorrendo, seria perdida por causa da chuva. Desse modo, os pilotos que conseguiram reunir perfeitamente as peças desse quebra-cabeça permitiram que seus mecânicos aproveitassem esse dia exclusivo de trabalho nas garagens para executar essa trabalhosa substituição.

Por outro lado, alguns estão torcendo com todas as forças para que o tempo melhores e a milhagem possa ser alcançada até sexta-feira. Claro que nessas circunstâncias os mecânicos terão de trabalhar dobrado para colocar o carro, no sábado, com motor novo na pista. Esse não é o pior dos mundos, pois pelo menos estaria na pista em melhores condições. De outro modo, a decisão não é das mais fáceis.

O problema estará entre decidir participar do Qualifying com o mesmo motor dos testes ou fazer a troca e estar sujeito à perda de 10 posições no grid da Indy 500. São por todos esses complicadores que alguns dos chefes de equipes estão com um olho na previsão meteorológica e outro no céu.

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