Alberto Ascari no Grande Prêmio de Mônaco de 1950 com Ferrari 125 (Foto Reprodução DownForce)
Alberto Ascari no Grande Prêmio de Mônaco de 1950 com Ferrari 125 (Foto Reprodução DownForce)

Por Américo Teixeira Junior – Naquele 21 de maio de 1950, dia da segunda corrida da história da Fórmula 1 – e exatamente uma semana após a estreia da categoria em Silverstone – a Scuderia Ferrari aparecia pela primeira vez na relação de inscritos. Às mãos de seus pilotos – os italianos Luigi Villoresi e Alberto Acari e do francês Raymond Sommer – estava o modelo 125 com motor 1.5 litro V12. Havia ainda um quarto 125 na pista, este na equipe privada do piloto britânico Peter Whitehead, que nem se classificou para a corrida. O time oficial, porém, pôde festejar o 2º lugar de Ascari e o 4º de Sommer – Villoresi abandonou com um eixo de roda quebrado.

Passados 65 anos, três meses e dois dias desde aquela primeira aparição no então novo campeonato, Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel fazem as honras do trio Villoresi/Ascari/Sommer e disputarão o 900º Grande Prêmio oficial de Fórmula 1 da história da equipe fundada por Enzo Ferrari. De Mônaco/1950 para Bélgica/2015, a Scuderia Ferrari foi, por assim dizer, juntando “pedrinhas” que deram origem a um “muro” inquebrantável composto por 15 títulos no Mundial de Pilotos, 16 no Mundial de Construtores, 223 vitórias, 207 poles e 688 pódios. Chico Landi, Rubens Barrichello e Felipe Massa foram os pilotos brasileiros que correram com Ferrari na Fórmula 1, enquanto Roberto Moreno e Luciano Burti ocuparam o posto de piloto de teste.

Por tudo isso e muito mais é que a Ferrari é um time singular.  Não é por acaso que é aquipe mais amada da Fórmula 1.

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José Carlos Pace não correu na equipe de Fórmula 1 da Ferrari, mas foi um gigante com o protótipo italiano nas provas de longa duração (Foto Reprodução Flat Out)

 

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