Kamui Kobayashi (Foto Glenn Dunbar/LAT Photographic/Caterham)
Kamui Kobayashi (Foto Glenn Dunbar/LAT Photographic/Caterham)

Por Americo Teixeira Jr. – Ausente do Grande Prêmio da Bélgica para dar lugar a Andre Lotteler, Kamui Kobayashi estava em Tokyo quando, ontem, foi informado pela direção da Caterham F1 Team de que pilotaria o CT05 Renault no Grande Prêmio da Itália, cujas atividades de pista começam amanhã em Monza. Bernie Ecclestone disse uma vez que a Fórmula 1 é para profissionais. Pois nesses últimos dias a Caterham demonstrou um amadorismo tal que a faz ganhar um lugar no anedotário da categoria, digna de uma Andrea Moda.

Para além do fato em sí, há dois aspectos que merecem atenção. Em primeiro lugar é a evidente dificuldade – e não apenas econômica – que a nova direção está tendo para manter o time. Some-se a isso a transformação de um piloto com a capacidade de Kobayashi, único representante do gigantesco mercado japonês no atual grid, em um tapa-buraco. Coisa do tipo: Não deu para colocar A, B ou C, então, chama lá o Kamui”. Nada disso contribui para o aparente esforço do time em se manter na elite do automobilismo.

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