Por Américo Teixeira Junior, de Pinhais (PR) – Embora não seja possível quantificar, não é insignificante o potencial de desemprego na região de Pinhais em razão do fechamento do Autódromo Internacional de Curitiba, previsto para o segundo semestre deste ano. Em seu entorno há oficinas dedicadas ao campeonato regional e é esse grupo que será mais afetado. Mas o potencial de estrago é bem maior.

O automobilismo paranaense terá reflexos negativos como um todo. Muito da verba utilizada na manutenção do automobilismo regional vem justamente de eventos nacionais realizados em Pinhais. É, urgente, portanto, a criação de novas fontes de recursos.

Mas se esse quadro é preocupante, há elementos que fazem supor a existência de alternativas para pelo menos minimizá-lo. Com três autódromos no estado, os cerca de 300 pilotos de velocidade no asfalto filiados à Federação Paranaense de Automobilismo estão quase que em proporções iguais divididos entre Pinhais, Londrina e Cascavel. Esse total representa 20% dos 1500 filiados.

A federação estima existir duas tendências majoritárias para o grupo metropolitano do regional paranaense. Quem não passar a disputar corridas nas outras praças do estado, tem como opção de migrar para o automobilismo de terra. Isso porque o regulamento do marcas regional é praticamente o mesmo nas duas modalidades, de modo que um mesmo carro tenha condições de participar das duas competições, o que já ocorre.

Foto Duda Bairros/Vicar

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