Apesar de o piloto brasileiro Helio Castroneves, do Team Penske de Fórmula Indy, ter sido o grande vencedor da Honda Indy Edmonton, a 11ª etapa do 2010 IZOD Indycar Series disputada hoje no Canadá, os pontos da 1ª colocação foram atribuídos ao neozelandês Scott Dixon, da Chip Ganassi Racing.
De acordo com o comissário chefe de corridas da Indy Racing League, Brian Barnhart, Castroneves foi penalizado por, no entender das autoridades desportivas da prova, ter bloqueado o australiano Will Power (Team Penske) quando da relargada na volta 92. Os protestos não foram aceitos em razão de o regulamento da categoria não admitir recurso para bandeira preta (drive-thru), mesmo neste caso, quando não houve tempo para que a punição fosse cumprida.
A prova foi encerrada na volta 95 e o brasileiro foi confirmado como o 10º colocado, pois teve 20s acrescidos ao seu tempo final. “Obviamente que eu não concordo com as decisões tomadas pela direção de prova. Foi um absurdo, pois eu não mudei minha trajetória”, disse Castroneves.
Entretanto, o piloto lamentou o fato de ter agido de maneira emocional após a prova e fez questão de pedir desculpas. “Apesar de não concordar com a punição, não há desculpas para minhas ações depois da bandeira quadriculada. Peço desculpas à minha equipe, os nossos patrocinadores, fãs e toda a comunidade IZOD IndyCar Series pelo meu comportamento. Minhas ações foram totalmente erradas e agi de forma inadequada em relação a algumas pessoas que são minhas amigas e que eu respeito muito. Sou uma pessoa muito emocional e hoje eu deixei minhas emoções me dominarem. Sinto muito por isso“.

Caro Roberto,acho que você precisar um cargo na Ferrari pelo seu discurso politico e concordo com o Américo e não preciso ser politico para ver oque aconteceu neste final de semana.
Um grande abraço
Punição perfeita. É a regra da categoria e é o que foi combinado no briefing, como está disponível em video na internet. Alias, é a regra no automobilismo americano há decadas. Helio sabia o que estava fazendo. Escolheu nao pagar a punição pra poder se fazer de indignado depois.
O mais espantoso é que jornalistas brasileiros que se dizem especializados em automobilismo são os unicos não conheciam a regra até hoje, aparentemente. Ou fingiam que não conheciam, pra poder causar tumulto quando algum brasileiro fosse punido. Mesmo o Hélio tendo perdido uma vitoria por punição em Detroit em 2008 pelo mesmo motivo. Mesmo chegando ao cumulo da CART PINTAR NO CHÃO o lugar onde o piloto que ataca e o que defende deveriam estar em Mt. Tremblant 2007.
A regra pode ser draconiana, mas há uma explicação lógica pra ela. E quem faz jornalismo de verdade e não editorializa as matérias tem que correr atrás e explicar o que aconteceu e não ficar criando histeria sem sentido como se fosse torcedor. As máscaras cairam. O pseudo-jornalismo automobilistico nacional faliu.
Roberto
Você tem todo o direito de ter sua opinião. Tanto tem que está publicada na íntegra a sua mensagem. Obviamente que não concordo com uma linha sequer do que você disse.
Todos nós, seres humanos têm seu limites e dessa forma não poderia ser diferente com Helio Castroneves.
Na minha humilde opinião ele foi no mínimo “roubado” de sua vitória estupenda da prova de Edmonton.
Mas não foi a única do final de semana, Massa foi obrigado a deixar Alonso passar por ordem da Ferrari no GP da Alemanha. Talvez não ganhasse a corrida pois Alonso realmente estava mais rápido, mas não precisava ser assim tão na cara (acho que Massa deve ter cumprido já alguma cláusula do contrato de 2011).
E nas outras provas do final de semana, pelo menos aquelas que pudemos assistir, houveram outras coisas incríveis:
– Acidente espetácular na Truck, com cabines sendo ejetadas como jatos de caça. A cabine de Bruno Junqueira deve ter falhado, porque ela ficou firmente presa no chassi e toda amarfanhada pelo acidente.Ótimo trabalho da equipe de resgate;
– Nove carros na Formula Future;
– Dezeseis convidados no Troféu Línea;
– Na Fórmula 1 ainda teve uma “luz de freio” solta!!
Tem gente que vê cada coisa, mesmo não estando lá ao vivo.
Abraços.