O ano de 1978 foi antológico para Frank Williams. Mesmo sem os resultados expressivos que o sucederia, foi o marco que transformou sua equipe em uma das gigantes da Fórmula 1. Até então, a Williams era uma equipe de final de pelotão, com seu dono, um ex-piloto que não conseguiu seguir carreira por falta de recursos financeiros, fazendo malabarismos para se manter no grid.
Na categoria, o nome Williams como equipe existe oficialmente desde 1973, mas a organização do agora Sir Frank Williams, a então Frank Williams Cars Racing, havia sido fundada em 1966 e estado na categoria a partir de 1969 por meio de associações e parcerias.
O rompimento da parceria entre Williams e Walter Wolf, no início de 1977, projetou um novo rumo para o construtor inglês. Formou sociedade com o projetista Patrick Head, que seguira com Williams após sua saída da Walter Wolf Racing. Naquele ano, enquanto a equipe se debruçava sobre um March pilotado pelo belga Patrick Neve, Head desenhava o carro para 1978 e Williams, sabedor da necessidade de buscar novos mercados para a Fórmula 1, dedicou esforços no Oriente Médio.
A grande “ferramenta” de crescimento da Williams foi obtida com o patrocínio da Saudia, empresa aérea da Arábia Saudita. O anúncio do acordo e o lançamento do FW06, equipado com o motor Ford Cosworth DFV, deram à Williams uma nova estrutura. Se em 1978 o WF06 nas mãos do australiano Alan Jones se limitou ao 2º lugar em Watkins Glen, ao 4º na África do Sul e ao 5º lugar no Grande Prêmio da França, foi com esse modelo de Patrick Head que a equipe passou a ser vista de modo diferente na Fórmula 1. E as vitórias e os títulos não tardariam.





Época de “ouro” da F1, aonde os carros não eram todos parecidos. Cada construtor seguia sua própria intuição, isso mesmo, intuição.
Não havia ainda grandes desenvolvimentos com a aerodinâmica e a maior preocupação era com a refrigeração dos motores.
Basta ver as fotos da matéria para ver que haviam radiadores pra todo lado nos carros.
Senta que lá vai história!!
Abraços