Impedido de correr em Silverstone, Bruno Senna retornou hoje ao cockpit do chassi Dallara da Hispania Racing Team. Pelo menos neste Grande Prêmio da Alemanha de Fórmula 1, seu companheiro de equipe é o japonês Sakon Yamamoto, o mesmo que andou em seu lugar na Inglaterra. O alijado dessa vez foi o indiano Karun Chandhok.

A inferioridade técnica da equipe de José Ramón Carabante é mais do que sabida e hoje não foi diferente. Lanternas nos treinos livres, Senna foi o penúltimo, distante 5s723 de Fernando Alonso, o mais rápido. Yamamoto, pior ainda. Levou 1s078 do companheiro e registrou o 24º e último tempo. Esse quadro se repete desde a primeira prova e chega a ser engraçado – se não triste – qualquer discurso sobre evolução técnica por parte dos comandados de Colin Kolles.

Mas justamente por essa pequenez o time espanhol está na ordem do dia. As mudanças recentes são decorrência das dificuldades financeiras. O japonês na pista tem representado dinheiro em caixa. O próprio Senna, contrariado com a mudança momentânea, admitiu que precisou ser compreensivo e paciente com o quadro atual.

Embora tenha um contrato que lhe garanta correr em todas as provas, talvez nem o próprio Senna tenha 100% de certeza sobre isso. Contrato é para ser cumprido, obviamente, mas quando o acordo é quebrado uma vez, quem garante que a história não se repetirá?

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