Ora brilhante, ora irritante, Galvão Bueno vive na boca de um povo que o ama ou o odeia

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Galvão Bueno no Desafio das Estrelas, de Felipe Massa (Foto Miguel Costa Jr.)

Por Americo Teixeira Jr. – Ele é o principal narrador esportivo da emissora de TV com maior audiência do Brasil, tem nas suas costas nada menos do que nove campeonatos mundiais FIFA, emprestou sua voz para transmitir mais de 500 Grandes Prêmios de Fórmula 1, tem status de celebridade por onde passa, conquistou uma legião de fãs, tem 63 anos de idade e 40 de carreira. Mesmo assim, o carioca Carlos Eduardo dos Santos Galvão Bueno é um dos alvos preferidos quando o assunto é criticar transmissões da Fórmula 1.

Não que ele não as mereça, pois às vezes Galvão Bueno abusa. Ao mesmo tempo que é brilhante, é irritante ao atropelar quem está ao seu redor. Isso porque ele não se contenta em levantar uma questão para que Reginaldo Leme, Rubens Barrichello e Luciano Burti comentem. Não, Galvão Bueno aborda o tema, analisa, opina e não deixa muita coisa para os comentaristas. A troca de informações seria mais rica se Galvão Bueno não cometesse esses exageros.

Mas uma coisa é certa. É um desrespeito ignorar o seu talento e sua importância. Com tantos narradores maravilhosos na TV brasileira, é absolutamente normal que o torcedor prefira esse ou aquele. Mas definitivamente não é inteligente, mesmo que por conta de antipatias de quaisquer origens, deixar de reconhecer que Galvão Bueno é um dos “monstros” da narração esportiva de todos os tempos na televisão brasileira, um profissional como poucos no mundo, apesar de poder pegar mais leve às vezes.

 

9 Comments

  1. Sandro Nobre 15 de novembro de 2013 at 18:02

    O Galvão é um saco! Não deixa ninguém falar, ele é quem sabe tudo e não sabe nada… Parece o Faustão.
    Gosto do Reginaldo Leme, muito preparado e não fala besteiras. Não fica emitindo opiniões próprias e fazendo conjecturas absurdas.
    Acho que a baixa na audiência da F1 na Globo tem como principal culpado, o antipático do Gavão Bueno. Sempre que posso, prefiro assistir as transmissões na SPORTV.

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  2. Paulo Franco 8 de novembro de 2013 at 16:26

    Na minha opinião, o Celso Miranda manda muito, muito melhor que ele.
    O cara “entende” o que está vendo, o que está acontecendo na corrida ou detalhes de pilotagem. Tanto nas quatro, quanto nas duas rodas.

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  3. andré frej 8 de novembro de 2013 at 0:03

    Quando assisto a programas esportivos na tevê, procuro jornalismo com conteúdo, ao contrário da superficialidade e manipulação costumeira protaqonizada pelo locutor da emissora do plim-plim.
    Nos canais ESPN, por exemplo, enxergo opinião crítica, independência e imparcialidade.

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  4. Davi Ribeiro 7 de novembro de 2013 at 13:46

    Ele se acha. Tem uma voz e tanto, mas exagera na dose. Não gosto desse seu estilo. Até respeito os que gostam, mas só assisto por que não tenho outra opção. De qualquer forma nem ligo pro que ele fala mais. Só presto atenção no Reginaldo Leme.

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  5. Wagner Campos 5 de novembro de 2013 at 18:59

    Hoje em dia é fácil criticar o cara, mas nos anos 80 e 90 sua narração era o que motivava todos a seguirem f1. Concordo com o ufanismo exagerado, com o excesso de vaidade e tb das besteiras q fala sem reservas. Mas afinal, já assistiram as transmissões da f1 e da gp2 no sportv? O narrador é terrível (os dois mais frequentes), cheio de brincadeirinhas babacas, fora que as ultrapassagens acontecem e o cara só comenta depois de 5, 10 minutos! Você vê as coisas acontecendo na tela e o narrador tá lá viajando em alguma piadinha sem graça com o nome dos pilotos, parece que nem tá assistindo o que tá rolando. Acreditem, só assisti corridas pelo sportv esse ano e fico irritado toda vez que assisto, antes o Galvão mil vezes!

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  6. Pedr Paiva 5 de novembro de 2013 at 4:19

    Galvão é excelente narrador mas, como todos, tem um defeito: se acha mais que os outros. Mais bem informado, mais conhecedor dos detalhes, mais inteligente e mais etc. Numa época em que Senna era o rei e ele era o jornalista mais próximo do rei, ele realmente tinha uma posição privilegiada. Esse é o grande erro dele e, uma vez que se posicionou assim, não teve humildade de se reposicionar quando Senna deixou de ser rei. Entretanto, nos anos após a morte do Senna, ele foi o cara que patrocinou e fabricou Barrichello para o público e, de quebra, manteve a Globo como transmissora da F1 no Brasil. Aquele hiato, que acabou a partir do momento que Barrichello teve acesso a um carro vencedor, foi crítico para a F1 no Brasil pois imagino que nenhuma outra emissora tenha grana para pagar os direitos ao Bernie e, sem TV não tem GP.

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  7. José Ricardo Ferro 4 de novembro de 2013 at 19:18

    Talvez os grandes talentos da comunicação ou de qualquer outra modalidade não vejam a hora certa de parar! Porque não param ?
    A ganância é tanta que eles não querem largar o osso, é uma vergonha as pessoas terem que se manifestar para mostrar sua insatisfação principalmente com este tal de GALVÃO, pára por favor já estamos de saco cheio de você, irritante, irônico e tendencioso, sem falar que não tem um pingo de humildade !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  8. Lavoro 3 de novembro de 2013 at 20:15

    Tá ficando velho, fica repetindo as mesmas coisas a corrida inteira, troca nomes, não deixa os outros falarem, forma frases sem sentido… Foi um bom narrador, mas hoje devia ter a humildade de se aposentar.

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  9. Sergio Luiz Arduin 3 de novembro de 2013 at 18:33

    O GB só tem um adjetivo: BABACA !!!!!!!!!

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