IMG_20150529_145348_243Por Americo Teixeira Jr. – Algumas caixinhas de papelão na cor cinza, decoradas com o logo da 100ª Indy 500, podiam ser vistas em alguns postos no Media Center do Indianapolis Motor Speedway ainda no domingo, 24 de maio, após a corrida vencida por Juan Pablo Montoya. Na segunda-feira, no banquete de premiação, as mesmas peças estavam em todas as mesas, contendo um relógio já em contagem regressiva para a corrida de número 100, marcada para 29 de maio de 2016. O brinde especial, que dessa vez substituiu a famosa garrafa de leite do anos anteriores, é mais um alerta de que a Indy 500 de 2016 é imperdível!

IMG_20150529_145332_869

 

2 COMENTÁRIOS

  1. Bela história @Affonso… a vontade de se emocionar vem junto com a leitura do seu texto. Parabéns!

    @Americo, a próxima Indy será realmente inesquecível. Espero que ano que vem, os brasileiros tenham carros para andar na frente, e que um deles ganhe! Seria fantástico!

  2. Está eu tenho vontade de ver…ao vivo.
    Em março de 1972, no espaço existente no último andar da então Atlantica Boa VistaCia de Seguros, ocasião em que eu fazia estágio no jurídico daquela empresa, os advogados já antigos, convidaram-me para participar de um cocktail em vista do contrato de patrocínio que a seguradora havia assinado com o Emerson Fittipaldi. Emerson, dentro de sua educação e simplicidade, peculiar, não estava muito a vontade, até que foi cercado, por nós e alguns pilotos, quando ficou mais aliviado da tensão. Então comentei com ele que em algum dia deveria correr as 500 de Indianápolis. Olhou-me meio apreensivo, com quisesse falar: Eu estou começando na F1, tudo o que desejava, como pensar em Indy?
    Sempre fico impressionado com o que nos reserva o destino.
    Logo após eu haver assumido a presidência da FAERJ, lá pelos idos de maio de 1989, assisti pela tv o inesquecível pega do Emerson com Al Unser Jr., roda roda literalmente, e o grande Emerson levou a prova. Eu gritava na frente da tv como que lá estivesse, vindo-me, logo após, na lembrança,o que eu havia sugerido para ele em 72. Eu vibrava e chorava de alegria, momento inesquecível. Na segunda feira, todos perguntavam-me, na FAERJ, se eu havia torcido muito para o meu time de football, pois estava totalmente rouco. Após explicação, providenciei remessa de telegrama para ele: Parabéns Pioneiro a comunidade automobilística do Rio de Janeiro é de uma alegria só, por mais um pioneirismo seu. Sempre que comento este fato a emoção vem forte.

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here