Não é verdade que o vencedor da Corrida do Milhão ficará milionário. Valdeno Brito não ficou ao vencer a primeira edição, em 2008, e as circunstâncias se repetirão na etapa deste domingo no Autódromo Municipal José Carlos Pace, no bairro paulistano de Interlagos. Embora seja um prêmio de destacada importância, o competidor levará para casa apenas um percentual, como ocorre na Indy 500, por exemplo. O restante fica com a equipe e, eventualmente, com o patrocinador. Diferentemente daquele primeiro ano, que premiou em Dólar, agora a moeda corrente é a brasileira.
Cada contrato entre uma equipe e seu piloto é um elemento único, repleto de particularidade e, por isso mesmo, de divulgação restrita ou nenhuma de seu conteúdo. Mas o Diário Motorsport verificou que, na média, está sendo estabelecido entre os chefes de equipe e pilotos que o vencedor levará entre 30% e 40% do prêmio. Os mais “estrelados” podem até ter uma participação maior, mas nada além de um teto estimado em 50%.
Na Corrida do Milhão de 2008, vencida por Valdeno Brito com o carro da Medley A. Mattheis, o valor foi dividido por três. Um membro da equipe revelou, ainda, que a parte que coube a Xandy Negrão, o patrocinador, foi subdividida e garantiu participação no prêmio dos demais pilotos da época, Ricardo Maurício e Marcos Gomes.

Acho mais do que correto ficar com a equipe. Automobilismo é um esporte de equipe. Algum piloto venceria corrida sem o engenheiro? sem o cara que reabastece? sem o patrocinador que apoia a equipe tornar-se competitiva?
Ola pessoal,ja levantei essa questão em outros espaços,mas qual será o proximo passo da STOCK as categorias semelhantes pelo mundo ja preparam seus esquemas para o proximo ano ou tem que esperar a novela acabar.