“Pois é! Por isso que escuto sempre que a Fórmula Indy é uma categoria “família”. Quando que na Fórmula 1 aconteceria uma parada dessas. No famoso Drivers Parade da F1, os pilotos vão por que são obrigados pela organização, fazem pouco caso da bandeira do país que carregam consigo durante o passeio e saem correndo empurando todo mundo quando ele termina.

Acho que o Sr. Jean Todt podia pensar em algo parecido, assim como a tarde de autógrafos com os pilotos. A F1 como dizem, é um lugar de gente chata e de nariz empinado. Participo do GP BRASIL, como você mesmo sabe há 32 anos, mas porque amo de coração as corridas de um modo geral, mas nunca consegui fazer uma amizade sequer com o povo da F1, ao contrário do que aconteceu no Anhembi, durante a Indy 300”.

Comentário do Leitor Flávio Perillo enviado em 4 de junho de 2010

1 COMENTÁRIO

  1. É assim mesmo que acontece! Em 32 anos de F1, não consegui fazer uma amizade serquer. E olhe que as equipes grandes têm pouca rotatividade de técnicos e staff em geral.
    Diferente completamente da Indy, que em apenas na tarde de sexta-feira que antecedeu a corrida, claro que por força das minhas funções dentro do evento, conversei com vários integrantes das equipes de forma a conhecer os carros e as particularidades de cada equipe (como rebocar os carros, aonde não poderíamos tocar em caso de necessidade de empurrar os mesmos, coisas assim). Rcebi vários cartões de visita e papéis timbrados das equipes com e-mails e seus integrantes para quaisquer contatos posteriores.
    Que diferença! Até fotos de detalhes de suspensão e aerofólios, foram possíveis de serem registrados.
    Na F1 já levei vários empurrões por estar registrando fotos técnicas.
    Abraços.

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