Qualquer que seja a equipe que venha a firmar acordo com a Petrobras para 2010, não haverá tempo hábil para desenvolver a gasolina, fazer todos os testes necessários, aprovar o produto, produzir em grandes quantidades, homologar na FIA e exportar para a primeira corrida do ano. Na avaliação do responsável pelo programa de Fórmula 1 da Petrobras, engenheiro Rogério Gonçalves, “não se coloca uma gasolina para correr um Grande Prêmio, partindo-se do zero, em menos de seis meses”.
A tentativa, a partir de agora, é fazer uma parceria que permita introduzir os produtos durante a temporada, assim como foi em 1998 com a Williams, na época impulsionada pelos motores Renault, então preparados e rebatizados pela Mecachrome. Embora o acordo estivesse em vigor desde o início do campeonato, a gasolina Petrobras só estreou nos carros de Jacques Villeneuve e Heinz-Harald Frentzen no Grande Prêmio da Inglaterra, realizado em julho daquele ano.
Foto Vinícius Nunes
Fora no Brasil a Petrobras não vende um litro de combustível nos países onde existem GP’s e assim seria muito mais útil investir parte destes recursos no automobilismo local patrocinando eventos e ajudando a manter os poucos autodromos ainda existentes.
Parabéns para A Petrobras, que voltará à Formula 1 depois de ter rescindido o contrato com a Williams para ficar na Honda e esta caiu fora e agora estava em contatos com a Toyota que também caui fora.
Tomara que não entre em uma roubada.