Votação ocorrerá no dia 4 de janeiro em espaço cedido na sede da Federação de Automobilismo de São Paulo

Por Américo Teixeira Junior

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O novo presidente da Federação Paulista de Motociclismo (FPM) será conhecido em eleição marcada para o dia 4 de janeiro em espaço cedido pela Federação de Automobilismo de São Paulo (FASP), “tendo em vista a indisponibilidade do local tido como sede da Federação Paulista de Motociclismo”. Embora fosse possível antever forte disputa, há apenas uma chapa concorrendo, a liderada pelo promotor de eventos motociclísticos, Marcos Rogério Moreira, e Gerson Bellani, respectivamente, candidatos à presidência e à vice-presidência da entidade estadual.

A chapa Moreira/Bellani foi apresentada pelo Paulistano Motor Clube, filiado à FPM, que apresentou a documentação exigida: Estatuto (ou sua última alteração); Ata da eleição da atual diretoria, registrada em cartório; comprovantes de personalidade jurídica (cópia do CNPJ).

Também dentro do período estatutariamente determinado para registro dos candidatos (3 de dezembro), o Trail Clube Verde Rosso (TCVR) apresentou Carlos Paes de Almeida Filho para presidente e, na condição de candidato ao posto de vice-presidente, Mário Lima de Mello Neto. Entretanto, a chapa não foi homologada pelo administrador nomeado por “total ausência de representatividade do TCVR”.

A recusa da chapa foi motivada por condição jurídica inapta e ausência de ata e registro em cartório de eleição válida, uma vez que o último registro apontou término do mandato em 24 de fevereiro de 2010, não outros posteriores. Tudo isso constou em documento enviado pela administração provisória em 10 de dezembro a Rodrigo Fantozzi, presidente do TCVR e filho do administrador afastado Décio Fantozzi.

Seis dias depois, Fantozzi mandou ofício ao administrador provisório, juntamente com “declaração da Receita Federal atestando aptidão” e “protocolo de registro e atualização da ata”. Expressou, ainda, que “a documentação de nossa entidade encontra-se rigorosamente em ordem … o que por si só já viabiliza chapa apresentada … o que nos confere direito a voto na eleição próxima”.

Mesmo diante dos argumentos do clube, a administração temporária ratificou a decisão de recusar a chapa, uma vez que “não existia um presidente de direito, legalmente eleito e com eleição registrada em cartório … além do vencimento da última eleição, o mandato está vago há mais de 10 anos”.

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