Audi Sport comemora 30 anos com livro histórico

Para lembrar os 30 anos da Audi Sport, trajetória iniciada em 1980 quando da preparação do primeiro Audi Quattro para competição, a Audi está lançando o livro “30 Years of Audi Sport – 30 Years of Quattro”. Trata-se de uma obra assinada pelo alemão Alexander von Wegner que detalha cada um desses anos, desde os primeiros trabalhos envolvendo apenas 12 funcionários até as conquistas em Le Mans e no DTM. São 208 páginas com textos ilustrados por 405 fotos. O livro estará disponível nas livrarias da Europa e por venda on-line (www.audi.com) a partir do dia 12 próximo, em alemão e inglês, ao custo de €29,90, algo em torno de R$ 70,00.

Fotos Audi Communications Motorsport


3 Comments

  1. Paulo "McCoy" Lava 21 de abril de 2010 at 18:54

    Ao visitar, na tarde de hoje, a página do “Motorsport Brasil”, fiquei extremamente contente após leitura da observação registrada pelo jornalista Alan Magalhães. Nela, o brilhante jornalista – a quem tenho felicidade de incluir entre meus Amigos –, foi extremamente preciso ao comentar a necessidade de livros que resgatem a história de categorias criadas por montadoras. Cabe apenas ressalvar que nem tudo está perdido: o jornalista Lívio Oricchio, em 2006, publicou um excelente livro sobre a história da prova ‘Mil Milhas’. Dois anos depois, o autor deste recado, ao lado dos jornalistas Paulo Torino e Gilberto Menegaz resgatou, em livro, a história do autódromo de Tarumã (cabe registrar que a empresa Mahle apoiou o projeto – exemplo a ser seguido).
    Por outro lado e, aproveitando o ensejo, cabe registrar uma coincidência sobre o assunto “falta de apoio das montadoras nacionais”: a leitura da notícia inserida pelo competente ‘publisher’ (meu querido Amigo Américo), somada ao comentário do Alan, aconteceu no mesmo dia em que reli uma entrevista, publicada na década passada. Trago tal assunto, porque ele tem a ver com o assunto pertinente. Após transcrição do parágrafo que chamou-me a atenção na matéria publicada pela revista, revelarei envolvidos (entrevistador e entrevistado), publicação e contexto.
    “Agora que estamos com autódromos cheios, nossos pilotos no Exterior são uma geração de sucesso e os veteranos dão sua contribuição no Brasil, não me parece justo que um cara engravatado atrás de uma mesa, que não sabe de nada e jamais tentou explorar o ‘marketing’ do esporte, destile, numa passada de olhos em alguns papéis, ‘Ei, quanto custa esta porcaria? Dois milhões de dólares? Corta!’. Pô, deve cortar é a mão dele. Acho uma grande sacanagem. Este dinheiro é uma mixaria para as montadoras. Isto é um show de incompetência. Tem que dar é porrada (caindo na gargalhada)”.
    A revista: Racing (dezembro, 1997).
    O contexto: análise à pergunta efetuada pelo repórter (porque montadoras não gostam de apoiar o esporte?).
    O repórter: Marcus Zamponi.
    O entrevistado: Galvão Bueno.
    Galvão citou, in verbis, ‘show de incompetência por parte das montadoras. E como não houve réplica nas edições seguintes à entrevista que ele concedeu, fico com a certeza de que a frase ‘quem cala, consente’ aplica-se com justiça. E aqui também. Até o momento, não vi nenhuma manifestação por parte destas corporações aqui no website. Me faz inclusive pensar que algumas pessoas desconhecem a frase final de Edsel B. Ford no discurso prestado em 2001, ano no qual a montadora fundada por seu bisavô comemorou centenário da primeira vitória. “Automobilismo possui grande importância para nossa empresa. Não fosse por ele, não existiríamos como empresa”.

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  2. Alan Magalhães 8 de abril de 2010 at 13:07

    SÓ AQUI NO BRASIL A MEMÓRIA DO AUTOMOBILISMO NÃO É REGISTRADA. URGE QUE ALGUNS LIVROS SEJAM FEITOS POR AQUI, FÓRMULA FORD. FÓRMULA FIAT, MIL MILHAS, TEM TANTA COISA QUE SE ESTÁ PERDENDO NO TEMPO. UMA PENA. A HISTÓRIA DO KARTISMO BRASILEIRO, POR EXEMPLO, TANTA COISA.

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  3. Flavio Perillo 7 de abril de 2010 at 15:45

    Me lembro quando o Mundial de Rallye veio para o Brasil a piloto Michele Muton fazendo curvas de lado na terras próximas de Santa Izabel.
    Dias depois o saudoso Expedito Marazzi, fazendo uma demostração na pista de terra que existia dentro da curva do sol, bateu o carro pelo lado de dentro da curva.
    Justamente pelo fato de veículos 4X4 terem a tendência de escapar por dentro da curva.
    Abraços.

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