Por Americo Teixeira Jr. – O automobilismo brasileiro é um forte sobrevivente diante de tantas adversidades e desmandos. Mas também é um doente com sinais claros de debilidade: administração amadora e cartorial, poucas ilhas de prosperidade em meio a carências gerais, viciado em se salvaguardar junto ao poder público e ignorante quanto ao seu próprio futuro. A boa notícia é que tudo isso tem cura, bastando um choque de gestão para colocar as coisas nos trilhos.

Leia a matéria completa AQUI, na edição 41 da revista Warm Up.

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