Lições do jornalista Luiz Carlos Secco, o Seccão

(Matéria publicada originalmente na Revista da FASP, edição número 1, Julho/Agosto de 2009; aqui, em 15 de setembro de 2009 e atualizada em 25.09.2010)

A imprensa tem participado intensamente desta grande família que tem sido, ao longo dos anos, o automobilismo de São Paulo. Nomes destacados do jornalismo esportivo brasileiro, notadamente do automobilismo, iniciaram suas jornadas ou tiveram passagens marcantes pelo autódromo e pelo kartódromo de Interlagos. Poderíamos, em um único texto, enumerá-los a todos, mas não é este o propósito da Federação, mas sim o de distinguir um nome em cada edição para ser homenageado. De acordo com esse propósito, nesse primeiro número da Revista da FASP, nada melhor do que começar essa maratona de reconhecimento por uma pessoa tão querida como Luiz Carlos Secco, um dos mais renomados jornalistas do Brasil e cuja carreira foi alicerçada no talento profissional, na capacidade de realização, no carinho para com os colegas e pela ética inabalável.

Depois da sua destacada fase de redação, Secco angariou ainda mais prestígio e reconhecimento em razão de uma vitoriosa carreira como executivo de comunicação em grandes empresas da indústria automobilística, resultando hoje na Secco Consultoria, uma das mais requisitadas do setor. Mas foi justamente naquela fase primeira, principalmente na criação do Jornal da Tarde (JT), em São Paulo, que a sua contribuição para o desenvolvimento e divulgação do nosso automobilismo foi histórica, marcada pela ousadia e pioneirismo.

Sob o comando de Secco, as atividades do automobilismo de São Paulo e dos principais eventos de âmbito nacional ganharam as páginas dos jornais da família Mesquita (O Estado de S. Paulo e JT), da mesma forma que os primeiros passos das carreiras internacionais de então sonhadores pilotos como Emerson Fittipaldi, Wilson Fittipaldi Jr., José Carlos Pace, Luiz Pereira Bueno, Ricardo Achcar, Antonio Carlos Avallone, Ronaldo Rossi, José Maria Ferreira e tantos mais.

Mas enquanto revolucionava a cobertura jornalística do automobilismo de competição, Secco moldava profissionais que até hoje são referência no jornalismo. Para ficar apenas na área esportiva, basta pergunta para Reginaldo Leme e Castilho de Andrade: “Quem é o Seccão?”. Por certo, discorrerão longamente sobre ele, talvez até repetindo algumas lembranças que, em reconhecimento, já falaram e escreveram sobre Secco em tantas ocasiões.

O profissional foi também o “arquiteto” de outra medida pioneira do Estadão/JT, ao decidir pela cobertura in loco da temporada da Fórmula 1, prática que o Grupo Estado mantém até hoje. Era início dos anos 70 e ele próprio cumpriria esse desafio, mas designou Reginaldo Leme para o Estadão e Castilho de Andrade para o JT. Daqui, na chefia da editoria, Secco cuidava das edições com conhecimento de causa. Sua bagagem já vinha de muito e muito tempo, pois a cobertura do automobilismo em sua carreira data dos anos 60. Dessa forma, de kartódromo em kartódromo, de autódromo em autódromo, viu e participou da transformação da fase romântica para a profissional.
Vale, pois, a irrefutável constatação.

Todos nós, jornalistas especializados em automobilismo, temos um mestre, cujo pioneirismo construiu o caminho para toda uma geração. Seu nome: Luiz Carlos Secco. (Veja matéria tal qual foi publicada na Revista da FASP, clicando aqui: As lições do mestre Seccão, página 17.

35 Comments

  1. Eleuterio Florêncio Ribeiro 22 de abril de 2013 at 15:06

    Emocionado! Por ter reencontrado aqui este homem. quanto ao jornalista não é necessário que eu acrescente algo. pois tudo que se fale desse homem como jornalista já foi dito. Quero falar como homem, simplesmente pessoa, amigo e companheiro de vida e de trabalho (trabalhamos juntos na Ford). Luis Carlos Secco é sobretudo o amigo, aquele que ama de verdade. Postei no meu facebook uma carta que ele endereçou a uma empresa me recomendando. Nela está resumido tudo que um amigo sente de verdade em relação a um amigo..por isso só vou dizer: EU TE AMO QUERIDO SECCO. meu facebook Telo Ribeiro ou [email protected] SAUDADES e vou continuar minha busca até te encontrar pessoalmente..beijo grande.

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  2. Nelson Nishiwaki 27 de novembro de 2012 at 10:07

    Não sei se o Sr. Luiz Carlos Secco se recorda de mim, mas fui apresentado a ele, juntamente com o Reginaldo Leme (magrinho), lá no Estadão, pelo finado Waldomiro Pieski (Piestrinski).
    Cheguei a disponibilizar alguns protótipos em miniatura para o caderno de domingo, ele me apresentou ao grupo de jovens da orquestra, enfim, foram estes que me introduziram ao automobilismo.
    O ano passado retornei da África, onde estava trabalhando para a Toyota, como director do S-Team, quando fiquei sabendo que ele havia falecido em 13/12/2003, de linfoma nao hodkins, segundo a Virginia, uma das filhas dele.
    Saudades de uma época maravilhosa da minha vida.

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  3. LUIZ CARLOS FEITOSA 21 de abril de 2010 at 12:35

    Conheci o Secco numa dessas viagens organizadas pelas montadoras. Sabe o que é ir com a cara da pessoa, logo de cara ?? (desculpas pelo trocadilho). Foi uma amizade que nasceu pra nunca acabar. Apesar de não nos encontrarmos com frequencia, cada vêz que isso acontece é muito legal. O papo róla solto e o assunto que predomina (é claro): AUTOMOVEL.

    Abração Secco !!! Vê se aparece aqui no Mato Grosso do Sul.

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  4. Nairo Alméri 17 de novembro de 2009 at 23:41

    Caros,
    Que bom que vocês já disseram 49% de todas as maravilhas do nosso grande mestre Secco. Não sou do ramo. Sou de macroeconomia. Mas, quem dera, que na área tivéssemos, ao menos, colegas com 11% do que é o Secco como profissional. A parte de amigo e pai – pai de excelentes filhos – é outro capítulo e entra nos 51% restantes. Grande abraço do Nairo, amigo de pouco tempo, mas com uma contrapartida carinhosa da Família Secco que até parece que nasci Secco!! Abraços

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  5. Nairo Alméri 17 de novembro de 2009 at 23:35

    Caros,
    Que bom que vocês já disseram 49% de todas as maravilhas do nosso grande mestre Secco. Não sou do ramo. Sou de macroeconomia. Mas, quem dera, que na área tivéssemos, ao mecolegas com 11% do que é o Secco como profissional. A parte de amigo e pai – pai de excelentes filhos – é outro capítulo e entra nos 51% restantes. Grande abraço do Nairo, amigo de pouco tempo, mas com uma contrapartida carinhosa da Família Secco que até parece que nasci Secco!! Abraços

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  6. Fernando Passos 13 de setembro de 2009 at 14:11

    Sou fã do Secco desde os ‘pegas’ entre Emerson Lotus e Stewart Tyrrell, pois era ele quem passava para nós no papel, as emoções daquela Fórmula 1 de 70.
    Nunca imaginava um dia ser seu amigo, o que acabou acontecendo quando me tornei jornalista (não tanto especializado quanto ele), mas com quem convivi nos testes pela Ford e esporadicamente em alguma coletiva ou salão. Capacidade e humildade são seus principais atributos, além de um paizão nota 10.
    Secco você é um gentleman. Até breve.
    Forte abraço.

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  7. Beto Borghesi 22 de agosto de 2009 at 9:04

    Américo,
    conheci o Secco a pouco tempo, mas o suficiente para ver o quanto ele é ético, competente e amigo.
    Principalmente amigo, num mundo onde todos querem levar vantagem.
    Sua simplicidade contagia, e o tesouro maior de um jornalista que é sua credibilidade, Secco têm de sobra.
    Ótima matéria sobre um jornalista de carater.
    Abraço do amigo
    Beto Borghesi

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  8. Fornari 21 de agosto de 2009 at 21:29

    Mestre !
    Uma figura que me ensinou algo que é escrever sobre carros. Eu já possuia um embalo de casa, com a figura de meu pai, o Velho Breno Fornari e por aí foi. O Secco me ensinou a puxar uma 2° marcha e acelerar.
    Abração
    Alexandre Fornari
    Guaíba/RS

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  9. Luiz Aparecido da Silva 21 de agosto de 2009 at 18:23

    Luiz Carlos Secco é um espelho para mim. O conheci em 1981, cobriando quando a convite do Célio Galvão, visitei o escritório da Ford. Depois disso tivesso um contato quase que mensal, cobrindo a Fórmula Ford, e quando dos lançamentos da Ford e da Autolatina. O considero uma das pessoas importante em minha vida, não só pelos ensinamentos profissionais, mas pelo exemplo de vida.

    É uma honra conhecer pessoas como Luiz Carlos Secco.
    Parabéns pela matéria

    Luiz Aparecido
    Cascavel – PR

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  10. Rosemilton Silva 20 de agosto de 2009 at 20:02

    Secco não é fora de série porque tem olhos que nos iluminam, boca que nos ensina; mãos que nos afagam e pés que, mesmo caminhando ao seu lado, aparecem apenas as duas pegadas. Na verdade, o que é fora de série é a prensa em que ele foi feito que, para azar meu e de muitos colegas, depois de moldá-lo jogaram-na fora.

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  11. Marcondes Viana 20 de agosto de 2009 at 16:16

    Américo,
    Parabéns pela excelente pauta, entrevistando aquele que foi o maior assesor de imprensa de fábrica, no caso o jornalista Luiz Carlos Secco, que conheci em 1969, quando da inauguração do autódromo Virgílio Távora em nossa Fortaleza. De lá até hoje mantemos a mesma amizade e sempre noto que ninguém ainda conseguiu superá-lo na área de assessoria de imprensa e da boa convivencia com os jornalistas.Secão é um cara bacana, alegre, e que, sempre tem algo a nos ensinar. Viva o amigo Luiz Carlos Secco, viva.

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  12. PAULO ENEAS SCAGLIONE 19 de agosto de 2009 at 23:20

    AMERICO
    VOCÊ ACERTOU NA “MOSCA”. FALAR DO PROFISSIONAL, TODOS OS COMENTÁRIOS ANTERIORES DESTACARAM A TRAJETÓRIA DO AMIGO SECCO, QUE SEM DÚVIDA ALGUMA, POR MAIS QUE SE ESCREVA SOBRE O PROFISSIONAL, NÃO CHEGAREMOS SEQUER PRÓXIMO DE 70% DO QUE ELE REPRESENTA PARA NÓS. ENTÃO, ACHEI POR BEM DESTACAR O QUE VIVENCIEI DO OUTRO LADO, COM MEUS 39 ANOS DE AUTOMOBILISMO COMO ORGANIZADOR E DIRIGENTE. FOI DESTE LADO QUE VI UM DOS POUCOS PARCEIROS, DE FATO, AGINDO COM POSTURA ÉTICA, DISCERNIMENTO E SIMPLICIDADE SEMPRE QUE SOLICITADO, SERVINDO DE REFERÊNCIA AOS QUE TIVERAM A SORTE DE PODER CONVIVER PROFISSIONALMENTE COM ELE.
    PARABÉNS SECCO. VOCÊ MERECE, ALIÁS, ESTÁ COLHENDO O QUE PLANTOU DURANTE OS LONGOS
    ANOS DEDICADOS PARA UM JORNALISMO SADIO, HOJE ROTULADO DE “ROMÂNTICO”.

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  13. Vicaria 19 de agosto de 2009 at 17:43

    Seccão é gênio!

    Reply
  14. Paulo "McCoy" Lava 19 de agosto de 2009 at 17:16

    Uma homenagem merecida. Eis minha opinião sobre o texto excelentemente produzido pelo jornalista Américo. Lamento apenas ter constatado apenas hoje tal aceno ao Mestre Secco – os elogios acima listados dizem tudo e, confesso, receio que eu nada de novo teria a acrescentar, exceto que 1) este renomado jornalista sempre será alvo de minha reverência e admiração e 2) se hoje tenho grande admiração pelas equipes da Ford na categoria NASCAR Sprint Cup, ele é o ‘ culpado’ (tenho grande lembrança das fotos do Ford Thunderbid #9 que ele mostrou-me em 1988, ocasião na qual visitei o escritório da Ford Motor Company Brasil, em São Paulo… coincidência ou não, meses depois, o Alan Magalhães – por sinal, autor de ótimo recado no início deste ‘post’ –, me presenteou com idêntico mimo, no caso, um guia NASCAR na qual o mesmo Bill Elliott era matéria de capa, devido ao título conquistado ao final daquele ano).
    Por último mas, não menos importante… Hey Secco, quando você comparecerá ao RS?
    Regards,

    Paulo McCoy Lava
    [email protected]

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  15. Jarbas Ávila 19 de agosto de 2009 at 16:37

    Caro amigo “Secccão”

    Fiquei muito contente e emocionado por ter tido a oportunidade de conhecer um dos grandes “ICONES” do nosso segmento.
    A homenagem que ora lhe prestam, é mais do que merecida, e tomo a liberdade de humildemente oferecer meu total aval, junto com os demais colegas que também o reconhecem como um dos GRANDES PROFISSIONAIS, da nossa época.
    Parabéns, e que Deus o abençõe em sua jornada.
    Grande abraço
    Avila

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  16. Celso Samea 18 de agosto de 2009 at 22:04

    Caros amigos,
    Depois de tantos comentários, o que mais acrescentar com relação ao Luiz Carlos Secco? Além do fantástico profissional, que tive o prazer de conhecer nos idos tempos da Autolatina e com quem tive chance de trabalhar por muitos anos, conheci também o lado humano desse cara sensacional. Não é, com certeza, nos jantares corporativos que se realmente conhece as pessoas mas nos pequenos detalhes do dia a dia nos real força de caráter aparece. São as reuniões de trabalho onde ele sempre demonstra a preocupação de integrar, dar oportunidade a que todos falem, ouvir, independentemente do nível hierárquico dos participantes. Sua preocupação para com outros é marcante e serve de exemplo. A mim serviu. Tudo que foi escrito é a prova viva de que o Seccão plantou coisas muito boas por onde passou. Continua plantando, pois mesmo não trabalhando juntos mais, ainda tenho a sorte de conversar, de tempos em tempos, sobre os rumos de nossa indústria automobilística.
    Grande Secco, grande abraço!

    Reply
  17. Roberto Costa 18 de agosto de 2009 at 18:22

    Após criar o “Seccão” Deus jogou o molde fora!

    Qualquer coisa que se fale ou escreva sobre Luiz Carlos Secco certamente ainda será pouco em relação a seu talento não só profissional mas principalmente na arte de fazer e entender seus amigos.

    Vida longa ao ícone do jornalismo automotivo e automobilístico do Brasileiro!!!

    Reply
  18. João Soh 18 de agosto de 2009 at 12:03

    Amigo Secco,
    Você foi,é e sempre será minha referecia no jornalismo e na vida
    UM FORTE ABRAÇO

    joão Soh

    Reply
  19. Luiz Alberto Pandini 18 de agosto de 2009 at 10:33

    Secco é mestre de muitas gerações, inclusive a minha. Merece todas as homenagens, todo o carinho, toda a veneração. Saúde, Secco!

    Reply
  20. Luiz Carlos Secco 18 de agosto de 2009 at 9:57

    Caro Ragassi e caros amigos:
    Fico emocionado com a homenagem recebida do Américo e do Professor Carpinelli, acrescida com a iniciativa do Ragassi e os comentários feitor por esses amigos dão cores e motivação à minha vida. Em uma oportunidade, eu comentei que o meu perfil é moldado por cada um dos meus amigos, os exemplos que sempre me proporcionaram, lições e ações que guardo de cada um de vocês. Lamentei cada erro cometido, cada vacilo, cada indecisão. Mas sinto muita alegria por ter recebido de todos vocês a compreensão que me deram a oportunidade de me redimir nos vários momentos em que, ao longo de minha vida, não foram exatamente como eu desejava. Agradeço cada um dos comentários e vou procurar me empenhar para que eu não os decepcione.

    Com sinceros agradecimentos e o meu abraço.

    Secco

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  21. Celso Ferlauto 18 de agosto de 2009 at 9:38

    A gramática da língua portuguesa não apresenta adjetivos suficientes para enaltecer a história profissional de Luiz Carlos Secco e sua longa trajetória de serviços prestados ao jornalismo automobilístico e a indústria automotiva.
    Mestre, mentor, instrutor, professor, guru, companheiro, amigo, são títulos marcantes mas insufucientes para representar a capacidade profissional e o relacionamento de amizade e intimidade de Luiz Carlos Secco com os colegas e as pessoas que sempre conviveu e convive.
    As homenagens da ABIAUTO e Revista da FASP, justas e merecidas são um reconhecimento ainda pequeno em relação ao tamanho desse profissional e amigo, um gigante da comunicação jornalística e das relações públicas.

    Reply
  22. Paulo Cruz 18 de agosto de 2009 at 8:51

    O Secco ajudou muita gente a acelerar na carreira, inclusive este seu admirador. Sua mão firme e palavras sábias fazem dele um ícone no meio automotivo. Tenho o privilégio de tê-lo como amigo. Forte abraço e conte sempre com esse pantaneiro.

    Reply
  23. Marcel Mano 18 de agosto de 2009 at 1:59

    O Secco conheci “focando” ainda em um Salão Quatro Rodas na época na Ford ou Agrale, acho? Na passagem pelas redações de quatro rodas acompanhei seu trabalho assim como da família Secco. Mas o maior reconhecimento são os comentários desses profissionais do mais alto nível no País. Forte abraço Secco! Américo, parabéns!

    Reply
  24. saulo moreno 18 de agosto de 2009 at 0:13

    grande secco,
    amigo, camarada, mestre, exemplo, “o cara”… bons adjetivos não vão faltar! você merece, e sabe que merece!
    forte abraço

    Reply
  25. Edison Ragassi 17 de agosto de 2009 at 23:55

    Em 1.990 trabalhava na Barsil 2000 FM, minha primeira rádio, e apresentei um programa chamado ‘Pé na tábua’, e quem estva lá para passar as informações da F-Ford? Ele o grande Seccão!Tempos depois, em 2006 para ser mais exato, em uma das aulas que ministrava na Rádio Oficina, levei outro ícone do jornalismo esportivo, José Maria de Aquino, para dar uma palestra aos alunos, e eis que durante a palestra, o Zé Maria usa como exemplo, nada mais nada menos que: Luís Carlos Secco, pois os dois começaram juntos, Seccão também no futebol, mas largou aquilo e foi para outros esportes. Na semana passada ele me ligou, só para dizer que estava com saudades. Assim, é o nosso Seccão, um homem maravilhoso, profissional competente, e co certeza uma marca no jornalismo segmentado. Parabéns Américo pela matéria, e que brotem outros Seccões no nosso dia-a-dia de trabalho.
    Vida eterna a Luís Carlos Secco!

    Reply
  26. João Mendes 17 de agosto de 2009 at 23:16

    Mas do que tudo que já foi falado é preciso destacar também o carinho com que o Seccão trata todos os profissionais de imprensa e o seu legado, não o profissional mas o que passou para seus filhos que vão pelo mesmo caminho. Aprenderam muito bem os ensinamentos do pai.
    Vida longa ao Seccão, super abraço

    Reply
  27. roberto nasser 17 de agosto de 2009 at 23:12

    secco, que bom que os colegas te cobrem das glórias do reconhecimento.
    como diz a super selma, você é “o cara”. saúde e sucesso, nasser

    Reply
  28. Selma Morais 17 de agosto de 2009 at 21:54

    Ao lado do meu inesquecível “pai” do jornalismo automotor, Álvaro Henrique Dias, o amigo Secco sempre foi um mestre, orientador e camarada. Companheiro de várias horas, nunca esqueceu dos colegas. Tudo de bom que se falar sobre ele, ainda é pouco.
    Seccão é 1.000. O “cara”.
    Mil beijos

    Reply
  29. Silvia Linhares 17 de agosto de 2009 at 21:04

    Sinto-me muito honrada, querido Américo, ao ver fotos minhas ilustrar matéria de tão nobre personagem do nosso automobilismo. Além de todo o respeito e admiração que tenho pelo “Seccão”, como o chamam carinhosamente, posso afirmar que ele é um ser humano ímpar, o que o torna mais especial ainda. Américo você foi muito feliz na escolha dessa matéria para o primeiro número da FASP. Parabéns!

    Reply
  30. Enrico Feitosa 17 de agosto de 2009 at 20:58

    Uma grande pessoa, um exemplo a ser seguido! Tenho o privilégio de ser amigo dessa pessoa maravilhosa!

    Reply
  31. Silvio Porto 17 de agosto de 2009 at 19:49

    Falar do meu amigo Seccão é facil e dificil ao mesmo tempo, facil ja que qualquer adjetivo se encaixa na vida do nosso Seccão, profissional respeitadissimo, mestre, companheiro, amigo, pai, irmão, incentivador, afinal Secco foi um dos primeiros a acreditar no projeto MotorCar há dez anos atrás. Dificil encontrar palavras para descrever o que sentimos por este amigo de todas as horas. Secco,eu e Celinha te amamos muito

    Reply
  32. Meneghim 17 de agosto de 2009 at 19:26

    Tudo o que foi dito e escrito sobre o Secco é pura verdade. Seria chover no molhado destacar seu profissionalismo, caráter, ética, entre outras qualidades e virtudes. Para mim o Secco ainda tem um significado especial: fui ao primeiro evento automotivo convidado por ele, quando estava na Ford, há quase 25 anos.
    Parabéns, Secco.

    Reply
  33. Zampa 17 de agosto de 2009 at 18:15

    Ave Seccão, você é único. Mestre incomparável e artesão do automobilismo enquanto consumo de massa.

    Nós te adoramos. De joelhos

    Reply
  34. Kaká Ambrósio 17 de agosto de 2009 at 18:03

    Mais do que isso tudo de bom como profissional, o Secco é um cidadão exemplar, uma baita amigo, que jamais deixa de ser simples e bem humorado. E quantas histórias tem pra contar! Faz-me lembrar de algumas que nos deu o prazer de ouvir em entrevista no segundo programa Roda de Box, que tive o prazer de criar e apresentar na RaceTV. Um abraço forte e minhas especiais saudações ao querido mestre.

    Reply
  35. Alan Magalhães 17 de agosto de 2009 at 17:21

    Ótima pauta Américo. O Secco realmente é um cara que só traz lembranças boas e positivas a qualquer jornalista sério, que tenha amor pela profissão e preze pelos aspectos éticos desta tão desvirtuada profissão nos dias de hoje, quando a briga pelos furos transformaram-na num exercício de adivinhação. Na época dele, os erros se perpetuavam, ficavam impressos, hoje em dia não, basta editar, dar um “del” e a barrigada some, como num passe de mágica.

    Secco foi meu chefe na área de comunicações da Ford, onde iniciei carreira e devo a ele praticamente tudo o que sei, afinal, é na hora dos fundamentos que se moldam os profissionais e sua paciência com os “focas! era interminável. Muito bem lembrada também a ética e a postura do mestre Secco, sempre cordial, atencioso e eficiente, valores que passou para os filhos, que hoje trabalham com ele. Deixo aqui um forte abraço ao grande amigo Luiz Carlos Secco e o desejo de que esteja bem, ainda correndo suas maratonas com os filhos e junto deles também, curtindo uma boa prova de ciclismo.

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