Por Americo Teixeira Jr – Ao trazer Kimi Raikkonen para fazer dupla com Fernandeo Alonso, em que pesse reunir a melhor dupla da atualidade sob seu teto, a Ferrari arranjou “sarna para se coçar”. E a história da Fórmula 1 está repleta de casos semelhantes que não terminaram bem.
Só para lembrar, a disputa forte entre Emerson Fittipaldi e Ronnie Peterson, na Lotus (a verdadeira), foi um elemento adicional, somado ao seu talento e ao maravilhoso carro de Derek Gardner, para Jackie Stewart vencer o seu terceiro título mundial, em 1973, com Tyrrell.
Foi tanta briga na Williams entre Carlos Reutemann e Alan Jones que Nelson Piquet, o solitário adversário com Brabham diante daquela dupla poderosa, soube tirar proveito da bagunça. Se não bastassem a competência do brasileiro e do carro projetado por Gordon Murray, a conquista do Mundial de 1981 teve uma “ajuda extra” dos dois briguentos.
A mesma Williams, que demorou para aprender, criou tanto caso para atrapalhar Piquet e beneficiar Nigel Mansell que Alain Prost, que de bobo não tinha nada enquanto piloto, foi lá e cravou os dois com McLaren em 1986.
O mestre Sivuca tem uma música antológica chamada “E a História se Repete“. Curtam a música a vamos voltar a conversar sobre o assunto ao final de 2014.

Américo, só corrige o “mewlhor” no início do texto…