Em paralelo a eleição de Jean Todt (foto) como presidente da Fédération Internationale de L’Automobile (FIA), esta sexta-feira representou uma derrota para o automobilismo brasileiro. O Brasil perdeu uma vaga no Conselho Mundial de Esporte a Motor. Este foi o resultado da não eleição do presidente da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), Cleyton Pinteiro, embora seu nome figurasse desde agosto último da lista dos candidatos.
Dessa forma, o Brasil deixa de fazer parte, novamente, do mais importante centro de decisões da FIA, no âmbito do esporte a motor. Paulo Scaglione, o ex-presidente, foi eleito em 2005 por ter obtido reconhecimento internacional ao trabalho realizado na CBA e pela divulgação do automobilismo brasileiro promovida em sua gestão.
A eleição de Scaglione deu por encerrado um período de 25 anos de ausência brasileira no Conselho Mundial, antes ocupado pelo recém-falecido Charles Naccache até 1980. Scaglione exerceu o seu mandato no Conselho até o mês de março último, quando renunciou, por questões éticas, às vésperas de deixar a presidência da CBA.
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Foto Vinícius Nunes/JV Photo Racing
Incrivel, até Paraguai e Tanzania tem representação lá… Isso é terrível para o automobilismo brasileiro.
Triste saber que a CBA não tem crédito nenhum no cenário mundial. Dos últimos 29 anos de existência do Conselho Mundial de Esporte Motor da FIA, tivemos representante em somente 5. Lastimável.
Uma pena!!
Ficamos sem representação no orgão máximo do automobilismo mundial.