Mercedes quer esquecer a violência cometida contra seus membros nos arredores de Interlagos

Grupo da equipe tetracampeã foi abordado por bandidos armados na Avenida Interlagos

Por Américo Teixeira Junior, de Interlagos

Membros do corpo técnico da equipe Mercedes foram assaltados quando o carro que ocupavam foi interceptado na Avenida Interlagos, instantes após deixar o Autódromo de Interlagos, na noite de sexta-feira. Os estrangeiros foram obrigados a entregar objetos pessoais. Apesar do susto, o grupo chegou a salvo no hotel.

O Diário Motorsport pôde saber que membros das polícias militar e civil estiveram no autódromo na manhã deste sábado, inclusive com fotos de suspeitos para que pudessem ser identificados pelas vitimas. A direção da equipe, porém, preferiu não prestar queixa.

Além da inevitável e negativa repercussão, várias orientações de segurança foram passadas para os grupos que estão trabalhando no Grande Prêmio e medidas foram tomadas para, pelo menos, evitar a repetição. As forças policiais reforçaram o policiamento nos pontos críticos do local, notadamente no período da noite, a equipe alemã passou a ser escoltada e até FIA fez recomendações de segurança para os jornalistas.

Fato é que na noite de sexta, o policiamento era mínimo na região e, depois do estrago, era visível no mesmo período, no sábado. Conhecidos os problemas de segurança da área e com o histórico de ocorrências em anos anteriores, era lícito supor, de tão óbvio, que houvesse um cuidado especial. Não houve, só depois de a “casa cair”.

 

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