
Por Americo Teixeira Jr. – Desestabilizar emocionalmente Nico Rosberg. Essa é a mais nova ferramenta que Lewis Hamilton incorporou ao seu vasto arsenal, dos quais fazem parte os 191 pontos conquistados nas 12 etapas realizadas, para lutar pelo Mundial de 2014. Prova disso foi a sua declaração logo após a reunião de ontem, dando conta de que o alemão teria assumido ter provocado o acidente deliberadamente. Não seria o primeiro piloto a fazer isso e a história da Fórmula 1 está repleta de casos em que tal dispositivo esteve presente.
A declaração foi amplamente divulgada nas redes sociais e alguns jornalistas chegaram a citar a confirmação da Mercedes. Em que pese minimizada por Toto Wolff e desmentida por Rosberg, a declaração teve efeito devastador e não pode ser encarada como uma manifestação “no calor da emoção”, mas uma ação premeditada inserida na política de desestabilização.
Dessa forma, fica ratificada a opinião, aqui manifestada há meses, sobre o favoritismo de Nico Rosberg ao título. Agora, adiciona-se aos argumentos anteriomente levantados essa nova constatação, a de que Lewis Hamilton dá um “tiro no próprio pé” ao alimentar, com “combustível de alta octanagem”, uma situação que já era bélica por si só.
Perde o esporte, perde a Fórmula 1 e perde, sobretudo, o cidadão, como disse Flavio Gomes hoje.
O Rosberg ainda não ganhou uma corrida em que algum “caso extraordinário” não tenha tenha acontecido.
Barberagem agora virou incidente de corrida! foi só perder a posição para dois campeões mundiais na largada, que o não campeão mundial ficou nervosinho e tentou fazer uma manobra espetacular, só para não ficar por baixo. Deu no que deu!
Acho que seu comentário, foi no mínimo infeliz. O campeão da mercedez é o Hamilton. Quem tem que utilizar alguma arma é o Rosberg, para conseguir o que ainda não tem.