Por Americo Teixeira Jr., de Interlagos – Na Fórmula 1 dos dias atuais, piloto de testes e nada é quase a mesma coisa. A nova regulamentação para 2014 nesse quesito representará, teoricamente, uma espécie de renascimento da função. A incerteza está em saber como as equipes utilizarão esse tempo ampliado nos treinos de sexta-feira. Mas o fato é que, no atual formato, a fisionomia desolada do preterido piloto reserva da Lotus, Davide Valsecchi, ilustra bem essa situação.
O posto tem caráter de moeda de troca. Ao mesmo tempo em que representa receita para alguns times e o cumprimento do regulamento, do lado do piloto ele passa a desfilar por um tempo como “piloto de Fórmula 1” , cabendo a ele e ao seu staff usar a melhor maneira esse cartão de visitas.
Essa é uma das várias coisas malucas da Fórmula 1. É algo tão grandioso e ao mesmo tempo tão restrito que alguns se submetem a viver situações constrangedoras, como Valsecchi, pois bem ou mal o aspirante está perto do seu objetivo.

Um piloto que demora quatro anos para ser campeão de gp2 só resta esta função,quando uma equipe investe no piloto jovem coloca ele mun programa de formação e depois tenta arrumar um lugar para correr porque piloto de teste só serve para simulador