O Brasil perdeu na manhã desta terça-feira, em Atibaia, um dos maiores representantes do seu automobilismo. O lendário Luiz Pereira Bueno, de 74 anos, faleceu após lutar, com galhardia e coragem, contra um câncer. Ele estava em sua casa, no interior de São Paulo. A programação fúnebre previa o velório em Atibaia e a cremação em Vila Alpina, em São Paulo, às 16h00.
Bueno sempre foi considerados um dos melhores pilotos que o Brasil já teve, tendo inclusive passado por categorias de monopostos na Europa e pela Fórmula 1, partipando dos GPs do Brasil de 1972 (que não contou pontos para o Mundial) e 1973. Participou e venceu as mais importantes provas no Brasil e se notabilizou pelo estilo arrojado e preciso de guiar.
Em instantes, mais informações…

Agradeço de coração esta mensagem sobre meu pai.
Abraço,
Eduardo. (9758-5417)
Uma das primeiras coisas que faço quando chego ao escritório (parece mais um quartel)em que trabalho é ler as notícias no Grande Premio e no Diário Motorsport.
Hoje pela manhã, perece que recebi um soco no estômago quando li que Luiz Pereira Bueno tinha felecido.
Sexta feira da semana passada, recebi por sedex o livro que conta a história desse ícone do automobilismo nacional e internacional.
Mesmo sabendo que Luiz lutava há tempos com o câncer que o consumia, tinha que juntar todas as fotos que tinha dele, desde os Release da Equipe Hollywood ,as que eu mesmo tirava (uma que me lembro bem era do Stock Car nº 90 patrocínio da BASF que ele pilotou algumas provas)e outras que a mim chegava por amigos que sabiam que eu adorava este cara e a Equipe Hollywood da qual foi fundador.
Nem me lembro a idade que eu tinha, mas corria de autorama de forma semi-profissional e os carros tinham a pintura idêntica aos carros da Hollywood, até algumas réplicas dos próprios carros carros da equie eram feitas conforme os “de verdade” (Maverick Berta e outros).
Nunca me esqueci o dia que fomos em companhia de Marco Antonio Lellis, conhecer a oficina da Hollywood e Luiz posou junto com um dos carrinhos da equipe. No mesmo dia nos levou para conhecer toda oficina e fomos depois almoçar num boteco que existe até hoje agregado ao prédio onde a equipe se instalava.
Depois daquilo era invariável minha presença na oficina, principalmente em finais de semana de corridas, pois Luiz me deixava entrar escondido dentro do caminhão da equipe e ainda mais dentro do cockpit do Super Vê, senão me engano do Tite Catapani.
Estou aqui exatas 15:45h sabendo que neste momento poderia estar dando o último adeus ao meu “AMIGO” Luiz Pereira Bueno, mas como eu disse pouco atras aqui parece mais um quartel e não me dispensaram para ir até Vila Alpina.
Adeus Luizinho, que DEUS o guarde junto aos grandes campeões que já se foram e o dia que eu encontrar com todos, com certeza Comissário Desportivo ou Diretor Adjunto eu vou querer ser.
Abraços a todos e desculpem a desordem do texto. Estou emocionado demais.