
Embora o “Regimento de Custas e Taxas” da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) não deixe claro o valor que o GP do Brasil de Fórmula 1 terá de pagar à entidade em 2011 como taxa de “inclusão no calendário”, o mesmo documento em 2010 traduzia tal compromisso em números.
Como parte integrante do “Código Desportivo do Automobilismo (CDA)”, o Regimento do ano passado estabelecia uma taxa de € 164.480 (Cento e Sessenta e Quatro Mil, Quatrocentos e Oitenta Euros), que em números de hoje equivale a algo em torno de R$ 360.000. Na versão 2011, aparece no lugar do valor a indicação “Contrato Firmado (CBA X Promotor)”.
Já em relação aos demais eventos internacionais realizados no Brasil, identificados no Regimento 2011 como “demais campeonatos”, não houve alteração do ano passado para cá. A taxa é a mesma de US$ 80,000 (Oitenta Mil Dólares) ou R$ 135.000, aproximadamente.
Desta forma, baseando-se nos números fornecidos pela própria entidade, conclui-se que a CBA arrecadou valores próximos dos R$ 785.000 no ano passado em taxas cobradas da Fórmula 1, IndyCar, WTCC e FIA GT.
E agora seria bacana sabermos onde esse rico dinheirinho foi empregado, não é? Porque é grana pacas…