O primeiro encontro desde Silverstone será neste final de semana na Hungria

Por Américo Teixeira Junior

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Desde o acidente entre Lewis Hamilton e Max Verstappen, no Grande Prêmio da Inglaterra, a Red Bull Racing dá asas às lamúrias de seu piloto e dirigentes, numa cansativa e mal elaborada estratégia de pressão sobre a Mercedes-AMG e o heptacampeão mundial.

Enquanto tenta transformar o acidente – provocado por Verstappen, diga-se – em algo criminoso, a equipe quer convencer a FIA a rever a punição de 10s imposta da Hamilton. Mas não dedica uma palavra à personalidade quase infantil do holandês e seu guiar exageradamente agressivo em muitos momentos.

Acostumado a atropelar companheiros de equipe e forçar situações contra adversários na pista, pilota na base do “sai da frente que eu estou passando”. É, sim, talentosíssimo, mas parece não ter entendido a velha máxima de que “não se ganha uma corrida na primeira volta, mas é plenamente possível perdê-la na primeira volta!”.

Estamos diante de uma disputa que pode ser histórica, de altíssimo nível, desde que Verstappen atue com maturidade e reconheça que não é o único na pista. Já a Red Bull tem de dedicar esforços a se manter competitiva e não perder tempo com pressões, pois já mostrou que não é boa nisso.

Capa/Destaque: Max Verstappen FOTO RED BULL RACING (BAHRAIN, 26.03.2021)

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1 COMENTÁRIO

  1. Concordo 232,79% você! Eu diria que essa insistência da Red Bull é coisa do Helmut Marko, uma pessoa angustiada e vingativa, sempre pronta a apontar erros dos outros – inclusive pilotos que ele escolheu…

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