dm_11032009_wtcc_curitiba_photo4_mf2A etapa brasileira do FIA WTCC para 2010 já está garantida. Contrato comercial nesse sentido foi assinado neste final de semana, durante a primeira rodada dupla do Mundial de 2009,  no Autódromo Internacional de Curitiba, entre a Prefeitura de Curitiba, o Banco HSBC, o promotor do Mundial Marcelo Lotti e Antonio de Souza Filho, da Interlagos Eventos, coordenador operacional da competição no Brasil. O acordo teve também a participação Fédération Internationale de L’Automobile (FIA) e da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), por intermédio do presidente Paulo Scaglione, que dessa forma garantiu mais uma competição internacional para o território nacional.

dm_11032009_wtcc_curitiba_lotti_richa_photo4_mf2Marcello Lotti é o “Bernie” do WTCC, cabendo a ele a promoção do certame como um todo. Como o chefão da Fórmula 1 – mais conhecido pelos ingleses como “O Supremo” – o italiano tem seus parceiros locais. Assim, desde a primeira prova no Brasil, sempre teve como parceiros o prefeito Beto Richa, o banco patrocinador e o promotor brasileiro, designado por Lotti para executar as tarefas logísticas. Tal start aconteceu em 2006 e, de lá para cá, na avaliação dos observadores da FIA e do próprio Lotti, o evento brasileiro tem crescido em importância, tamanho e eficiência.

É bom explicar o que é essa “coordenação logística”. De fato, trata-se de uma operação gigantesca que envolve cerca de 1.000 pessoas, direta ou indiretamente, para que sejam atendidas as exigências da competição. Sinalização, resgate, comissariado brasileiro técnico e desportivo, serviços médicos, segurança, transporte, montagem e desmontagem da estrutura física, alimentação, serviços de combate a incêndio e vários outros itens fazem parte da responsabilidade de Antonio de Souza Filho.

dm_11032009_antoniodesouza_ck_vitoria_692007Segundo ele, embora proporcionalmente menor, o padrão do WTCC no Brasil é o mesmo utilizado no Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, quer na participação técnico-desportiva da CBA, quer no cumprimento das obrigações estabelecidas pela FIA.

Ao alto, a largada na bateria um, em Pinhais (PR)

Ao centro, o promotor Marcello Lotti (usando paletó) e o prefeito de Curitiba, Beto Richa, cumprimentam-se na comemoração pela arrecadação de 43 toneladas de alimentos durante a etapa brasileira do WTCC 2009 (Fotos Photo-4/WTCC)

Ao lado, Antonio de Souza Filho é o promotor brasileiro do WTCC (Cláudio Kolodziej/Interlagos)

6 COMENTÁRIOS

  1. Curitiba possui uma estrutura boa. Creio que o melhor ao Brasil é não “monopolizar” corridas internacionais no eixo Rio-São Paulo. Porque para se ter corrida de algum certame estrangeiro é necessário ter um nível de qualidade segundo normas internacionais, o que traz evoluções aos circuitos nacionais… Só não pode acontecer aquilo que já aconteceu em alguns autódromos por aqui… Nos eventos internacionais, estão bonitinhos, mas, no restante do ano, ficam entregue às traças…

  2. Me parece que o menos importatnte neste momento,é o local da corrida,mas sim a alegria de saber que uma corrida tão importante se vai realizar mais uma vez no Brasil,estão de parabens todos os que juntos conseguiram mais esta vitória para o automobilismo Brasileiro.

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