Captura de tela 2015-09-30 22.52Por Américo Teixeira Junior – Assinada pelo procurador Alexandre Segreto dos Anjos no dia 17 último, foi proposta denúncia à Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva contra Vanderlei Reck, piloto, chefe de equipe e presidente da Comissão Nacional de Velocidade na Terra da Confederação Brasileira de Automobilismo.

A decisão foi tomada a partir do denunciado ao STJD pelo advogado Rullyan Peterson Sampaio, que acusa o dirigente de agressão, coação contra oficiais de competição e intimidação de testemunhas. O dirigente nega as denúncias, que atingem também seu filho Emerson Reck. Alega se tratar de ação política.

Em documento datado de 4 de setembro, Sampaio relata irregularidades ocorridas na quarta etapa do Campeonato Matogrossense de Velocidade na Terra, em Itapurah, nos dias 25 (dia do incidente) e 26 de julho. A origem de toda a confusão foi o fato de o piloto Luiz Gotardo ter entrado na pista na contra-mão e ter batido com Emerson Reck, filho de Vanderlei.

Gotardo alegou não ter conhecimento anterior da pista e não havia qualquer tipo de sinalização quando entrou no traçado no sentido contrário. O choque foi descrito por ele como inevitável e, além de reiterar as agressões, disse que imaginou que Vanderlei Reck vinha em sua direção para socorrê-lo, posto autoridade desportiva, e não para tomar as ações denunciadas.

Seguiram-se, então, agressões físicas e verbais por parte de Vanderlei e seu filho contra Gotardo, de acordo com Sapaio. Em sua denúncia são descritos socos e pontapés direcionados ao piloto enquanto ele ainda estava no carro e, também, depois de sair do cockpit.

Convocado pelo tribunal da CBA para depoimento, Vanderlei Reck reconhece que ficou muito nervoso e, de fato, reagiu com agressões verbais, visto o piloto Luiz Gotardo ter cometido uma infração grave. Não aceita, contudo, a alegação de que teria havido agressão. Já Emerson se permitiu relatar que seu pai “chacoalhou” Gotardo, mas não o agrediu. Ele próprio, acusado de pilotar com jeans e camiseta (foi multado) e de ter atingido o adversário com o capacete, disse que jogou seu capacete no chão.

“Os desportistas devem dar o exemplo de comportamento, o que não foi feito no caso em questão e, desta forma, devem arcar com suas condutas e responder pela verdadeira transgressão ao Código Brasileiro de Justiça Desportiva”, encerrou o procurador.

Fotos reproduzidas a partir de vídeo da AVF Racing

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8 COMENTÁRIOS

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      Américo Teixeira Junior

  1. Boa tarde a todos os leitores, me chamo Rullyan Peterson Sampaio, advogado e autor da denuncia dos atos de agressões físicas e verbais; dos atos de intimidação; da coação e manipulação de relatório e resultados pela FEMTAU e por Dirigentes da CBA no Mato Grosso.

    É com tristeza que venho a público me defender de falsas acusações, mesmo não sendo eu autor de nenhuma agressão física e manipulação de resultados, mas tão somente a essoa que fez o que a FEMTAU deveria fazer e se omitiu.

    A omissão da FAU/MT e a nossa luta por Justiça podem até transparecer a terceiros uma possível ação pessoal, porém, declaro que não tenho nada pessoal contra nenhum competidor e dirigente, e caso tivessem aqueles agido da forma como determina a regra desportiva, e punido a altura os agressores, ao invés de aceitar coação e manipular relatório e resultados, nada disso aconteceria.

    A FAU/MT atuou ativa e deliberadamente na tentativa de omitir os fatos por mim denunciados e ainda levantou falso em um de seus relatórios no intuito de tentar intimidar este denunciante, mas respondo-lhes usando das sábias palavras do soberano jurista Rui Barbosa: “A advocacia não é uma profissão de covardes”.

    Com essas palavras lhes afirmo que não me intimidarei e nem aceitarei retaliações por ter cumprido com meu dever de cidadão e competidor: denunciar os fatos por mim presenciados e pela FAU/MT omitidos e manipulados.

    O Processo é público e quem tiver interesse na verdade pode dirigir-se até a sede do Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBA e pedir acesso aos autos de inquérito Nº 17/2015-STJD/CBA, e do Processo Disciplinar nº 21/2015-CD, lá estão em originais todas as provas da minha denuncia. Não se apeguem a falácias infundadas, sou um profissional de caráter ilibado, não haveria razão de macular meu nome e minha imagem com invencionices, nem seria pequeno ao ponto de acreditar em vingança baseada numa invenção. O Poder Judiciário é sério e merece respeito.

    Será que o nobre Procurador do STJD também será acusado de vingança pessoal por ter ele denunciado o Senhor Vanderlei Reck? Vocês acreditam que se fosse outra pessoa no comando do órgão e que por ventura tivesse agredido fisicamente outro competidor eu não denunciaria? Será que o mundo gira em torno do Senhor Vanderlei Reck e todo ato deliberado que viola a regra for questionada será visto como vingança pessoal? Será que o Senhor José Maria Fratuchelli pode comprovar que tenho algum problema pessoal com o senhor Vanderlei Reck? Será isso razão suficiente para justificar atos de agressões e manipulação de resultados?

    É triste ver que a melhor defesa encontrada é o ataque a minha pessoa. Importante registrar que quem está movendo os processos em desfavor dos investigados é a Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva e não eu. Somente fiz o que deveria ser feito: denunciar atos de agressão física e abuso de poder, por mim presenciados.

    As demais irregularidades investigadas pelo STJD/CBA se devem a atos deliberados dos dirigentes da FAU, afinal eu não tenho poder de comissário, não sou Presidente do CTDE, nem da CNVT; não intimidei ninguém e não agredi ninguém; não manipulei relatórios, nem convenci ninguém a fazê-lo, assim como, não vou aceitar retaliações por erro grosseiro da FAU/MT.

    Já disse e reitero, não tenho pretensão nenhuma de assumir o comando da FAU/MT, muito pelo contrário, minha pretensão é justamente que o façam pessoas aptas e sem qualquer vinculo com piloto em competição, luto por um esporte justo, honesto, acessível e transparente assim como deveriam ser as ações da FAU/MT.

    As afirmações do Senhor José Maria Fratuchelli, insinuando que tenho problemas pessoais com o senhor Vanderlei Reck e ainda questionando a minha atitude de denunciar o que ele acobertou, mostra claramente o conluio dos membros desta FAU que não medem esforços nem sentem constrangimento de apresentar falácias infundadas diante de todas as provas a sua frente.

    Não vou ficar tentando fazer “cego enxergar”, não vou mais me defender de acusações infundadas, posto que não sou investigado nem respondo a processo algum, preocupação está que devem ter os investigados.

    Att, Rullyan Sampaio.

  2. Boa tarde a todos os leitores, me chamo Rullyan Peterson Sampaio, advogado e autor da denuncia dos atos de agressões físicas e verbais; dos atos de intimidação; da coação e manipulação de relatório e resultados pela FEMTAU e por Dirigentes da CBA no Mato Grosso.

    É com tristeza que venho a público me defender de falsas acusações, mesmo não sendo eu autor de nenhuma agressão física e manipulação de resultados, mas tão somente a pessoa que fez o que a FEMTAU deveria fazer e se omitiu.

    A omissão da FAU/MT e a nossa luta por Justiça podem até transparecer a terceiros uma possível ação pessoal, porém, declaro que não tenho nada pessoal contra nenhum competidor e dirigente, e caso tivessem aqueles agido da forma como determina a regra desportiva, e punido a altura os agressores, ao invés de aceitar coação e manipular relatório e resultados, nada disso aconteceria.

    A FAU/MT atuou ativa e deliberadamente na tentativa de omitir os fatos por mim denunciados e ainda levantou falso em um de seus relatórios no intuito de tentar intimidar este denunciante, mas respondo-lhes usando das sábias palavras do soberano jurista Rui Barbosa: “A advocacia não é uma profissão de covardes”.

    Com essas palavras lhes afirmo que não me intimidarei e nem aceitarei retaliações por ter cumprido com meu dever de cidadão e competidor: denunciar os fatos por mim presenciados e pela FAU/MT omitidos e manipulados.

    O Processo é público e quem tiver interesse na verdade pode dirigir-se até a sede do Superior Tribunal de Justiça Desportiva da CBA e pedir acesso aos autos de inquérito Nº 17/2015-STJD/CBA, e do Processo Disciplinar nº 21/2015-CD, lá estão em originais todas as provas da minha denuncia. Não se apeguem a falácias infundadas, sou um profissional de caráter ilibado, não haveria razão de macular meu nome e minha imagem com invencionices, nem seria pequeno ao ponto de acreditar em vingança baseada numa invenção. O Poder Judiciário é sério e merece respeito.

    Será que o nobre Procurador do STJD também será acusado de vingança pessoal por ter ele denunciado o Senhor Vanderlei Reck? Vocês acreditam que se fosse outra pessoa no comando do órgão e que por ventura tivesse agredido fisicamente outro competidor eu não denunciaria? Será que o mundo gira em torno do Senhor Vanderlei Reck e todo ato deliberado que viola a regra for questionada será visto como vingança pessoal? Será que o Senhor José Maria Fratuchelli pode comprovar que tenho algum problema pessoal com o senhor Vanderlei Reck? Será isso razão suficiente para justificar atos de agressões e manipulação de resultados?

    É triste ver que a melhor defesa encontrada é o ataque a minha pessoa. Importante registrar que quem está movendo os processos em desfavor dos investigados é a Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva e não eu. Somente fiz o que deveria ser feito: denunciar atos de agressão física e abuso de poder, por mim presenciados.

    As demais irregularidades investigadas pelo STJD/CBA se devem a atos deliberados dos dirigentes da FAU, afinal eu não tenho poder de comissário, não sou Presidente do CTDE, nem da CNVT; não intimidei ninguém e não agredi ninguém; não manipulei relatórios, nem convenci ninguém a fazê-lo, assim como, não vou aceitar retaliações por erro grosseiro da FAU/MT.

    Já disse e reitero, não tenho pretensão nenhuma de assumir o comando da FAU/MT, muito pelo contrário, minha pretensão é justamente que o façam pessoas aptas e sem qualquer vinculo com piloto em competição, luto por um esporte justo, honesto, acessível e transparente assim como deveriam ser as ações da FAU/MT.

    As afirmações do Senhor José Maria Fratuchelli, insinuando que tenho problemas pessoais com o senhor Vanderlei Reck e ainda questionando a minha atitude de denunciar o que ele acobertou, mostra claramente o conluio dos membros desta FAU que não medem esforços nem sentem constrangimento de apresentar falácias infundadas diante de todas as provas a sua frente.

    Não vou ficar tentando fazer “cego enxergar”, não vou mais me defender de acusações infundadas, posto que não sou investigado nem respondo a processo algum, preocupação está que devem ter os investigados.

    Att, Rullyan Sampaio.

  3. Eu estava lá, vi e acho lamentável, mas estamos diante de uma situação sem explicação, um piloto experiente entrar na pista sem saber o sentido da mesma, nem se quer olha-la antes de dar inicio aos seus treinos…E por outra sem justificativa , a ação do Sr presidente da federação a quem devia ser o exemplo para todos, tomou uma atitude grosseira e agressiva, partindo para o lado físico sem medir as consequências…
    Por outro lado independente do acidente a Federação Matogrossense pecou em segurança…Até porque poucos se lembram mas nessa mesma prova soltaram um treino com um caminhão pipa ainda na pista, graças a Deus não aconteceu nada mais sério. Imaginem vocês se com a colisão pegasse fogo na formula do Emerson, o mesmo estaria em apuros visto que ele estava sem equipamento de segurança (macacão).

    As pessoas devem responder por seus atos, o agressor, o agredido pela irresponsabilidade, o piloto por não usar equipamentos exigidos e a Federação por não fiscalizar devidamente antes de liberar pilotos e carros para adentrarem a pista !

  4. Essa pessoa que fez a denuncia nao bateu em ninguem.e nao acoagiu ninguem e nao manipulou niguem e tambem nao esta defendendo os agressores. quem nao estava na corrida nao pode defender o vanderley reck.

  5. toda essa situação envolvendo o sr. Vanderlei Reck e a sua equipe de competição, infelizmente foi parar nos tribunais da CBA, muito mais por despeito e vingança pessoal do denunciante, Uma pena essa situação tomar essas proporções, mais pelo âmbito politico e de vingança pessoal do que pelo espirito desportivo do automobilismo, que o denunciante diz tanto defender.

  6. Essa pessoa que fez a denúncia já desrespeitou inúmeras vezes, várias pessoas nas pistas, assim como organizadores e até diretores de provas e nunca foi punido. Portanto, qualquer pessoa poderia ter feito a denúncia do ocorrido, mas não alguém, que diz estar alinhado com a lei, mas no entanto, reluta em corrigir a si próprio.

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