A crise social na comunidade paulista do automobilismo foi o tema de reunião em Interlagos

Por Americo Teixeira Jr*. – Marcada por momentos de tensão e esforços para driblar uma situação dramática para a comunidade paulista do automobilismo, uma reunião foi realizada nesta quarta-feira, 22,  no Autódromo Municipal de Interlagos. Reuniram-se pilotos, chefes de equipe, preparadores, mecânicos, construtores e demais profissionais do automobilismo com o administrador João Mihalik. Nomes como José Aluizio Bastos, Toninho de Souza, Roberto Barranco, Artur Bragantini, Manelão, entre outros, lá estiveram para tentar uma solução contra o cronograma de mais um período de fechamento do autódromo.

Segundo a programação da São Paulo Turismo, com o objetivo de iniciar a segunda fase das obras, Interlagos será fechado imeditamente após o término da etapa brasileira do WEC, marcada para 30 de novembro. Isso é tudo o que os preparadores de São Paqulo não querem. “Estamos passando fome!“, gritou um deles. Há milhares de pessoas que, literalmente, não têm onde trabalhar quando Interlagos fecha suas portas.

Os profissionais de automobilismo, cuja pista paulista é o principal local de trabalho, já estão acostumados com as paradas prolongadas em razão da Fórmula 1. Entretanto, o que se tenta evitar, agora, é que esse período seja prolongado. Os entendimentos visam, pelo menos, a liberação de uma data em dezembro. Ouvidas as solicitações, os responsáveis pelo autódromo se comprometeram a encaminhar o assunto no âmbito da São Paulo Turismo.

*Com a colaboração de Roney Rech

 

 

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