Apesar de a possibilidade ter sido aventada, o “caminhão de areia” de Marcus Ericsson é muito pequeno para ter derrubado Monisha Kaltenborn; o motivo atende pelo nome de Honda e os caminhos rumo à nova parceria

Por Américo Teixeira Junior

Monisha Kaltenborn e Pascal Wehrlein festejando os quatro pontos conquistados pelo piloto alemão na Espanha e os únicos da Sauber até aqui, às vésperas da etapa de Baku (Fotos Sauber F1 Team Media)

Não foi um eventual favorecimento a Pascal Wehrlein que encerrou a história de quase duas décadas de Monisha Kaltenborn na Sauber F1 Team. Muito menos uma suposta pressão de Marcus Ericsson e de seus apoiadores da Suécia. A mudança ocorre por força do acordo com a Honda para 2018. Segundo o Diário Motorsport pôde saber, a equipe está passando por mudanças para receber a nova fornecedora de motores e os “santos” de Monisha não estavam “batendo” com os dos proprietários nesse particular.

Oficializada ontem, até que demorou para que a agora ex-Team Principal deixasse a equipe fundada por Peter Sauber. Desde que a empresa suíça Longbow Finance SA adquiriu em junho de 2016 os 100% da holding que controlava a equipe de Fórmula 1, a advogada de 46 anos era o único elo ainda remanescente da organização criada por Peter Sauber.

Isso significa dizer que, a partir de agora, os passos da equipe serão totalmente comandados pelo italiano Pascal Picci, que é o CEO da Langbow e presidente da Sauber Holding AG. Até o momento em que está matéria foi finalizada, não havia sido indicado o novo Team Principal para o lugar da indiana naturalizada austríaca, que passou a integrar a equipe em 2000, mas já neste Grande Prêmio do Azerbaijão é parte de seu passado.

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Muito obrigado por participar. Forte abraço, Americo Teixeira Jr.