Na forma de torcida, desejo e aflição, o “olhar” do artista Aleg Conin foi, independentemente de bandeiras ou preferências, o de todos nós naqueles segundos que se passaram após o acidente de 1º de maio de 1994. Tudo em vão, pois a vida foi mais cruel que a arte …

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Muito obrigado por participar. Forte abraço, Americo Teixeira Jr.