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Comissários da CBA se desentenderam no episódio Cacá Bueno

13 novembro 2009 564 views 0 comentários

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Foram cinco os comissários desportivos que atuaram na etapa de Brasília da Stock e, portanto, foram eles que aplicaram a punição sobre Cacá Bueno (foto) e, na seqüência, acharam por bem retirá-la. Todos portadores de cédula de oficial de competição emitida pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), foram eles: José Martins Rodrigues (DF), Roberto Manzini (SP), Antônio J. Hernandes (SP), Luís Felipe Pereira da Silva (RJ) e Alexandre F. de C. Graça (DF).

Segundo disse ao Diário Motorsport uma fonte presente a Brasília, que pediu sigilo em relação a sua identidade, todo o problema foi causado por uma redação imprecisa do regulamento. Inicialmente, os comissários desportivos se basearam em informação do corpo técnico, formado por Gustavo Calheiros e Clóvis Matsumoto. Depois, consideraram-na improcedente por entender que essa se baseava em interpretação de texto mal redigido.

Na prática, a confusão foi originada no Artigo 10 do Regulamento Particular, cujo texto é o seguinte: “As equipes só poderão iniciar os trabalhos de reabastecimento (obrigatório) e troca de pneus (opcional) após a parada total do veículo”. Entretanto, não há uma definição se “iniciar os trabalhos” é correr em direção ao carro, como entenderam os técnicos, ou efetivamente colocar a mão no carro, como prevaleceu.

Some a isso o fato de não constar em nenhum regulamento a penalidade que deve ser aplicada para esse caso específico. Sendo assim, os mesmos comissários desportivos, que poderiam ter considerado tudo isso antes da aplicação original da punição (e evitado tanta confusão), recuaram.

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